Palácio do Planalto não comenta informações do WikiLeaks sobre a Petrobras

O Palácio do Planalto não vai se pronunciar sobre a informação de que, segundo telegramas divulgados pelo WikiLeaks, a Casa Branca consultou a então ministra da Casa Civil e presidente do conselho da Petrobras, Dilma Rousseff, antes de permitir a compra de uma refinaria americana em Pasadena.

Atualizado em 09/04/2014 às 09:04, por Redação Portal IMPRENSA.

vai se pronunciar sobre a informação de que, segundo telegramas divulgados pelo WikiLeaks, a Casa Branca consultou a então ministra da Casa Civil e presidente do conselho da Petrobras, Dilma Rousseff, antes de permitir a compra de uma refinaria americana em Pasadena.
Crédito:Agência Petrobras Governo não comentará informações divulgadas pelo site de Julian Assange sobre a Petrobras
De acordo com O Estado de S.Paulo , o WikiLeaks obteve telegramas confidenciais da diplomacia americana que revelaram reuniões e missões enviadas ao Brasil pelos EUA diante da viabilidade de a Petrobras comprar a refinaria. Nestor Cerveró, ex-diretor internacional da estatal brasileira, também teria sido consultado.
Um dos telegramas de 12 de junho de 2006, enviado pela embaixada americana em Brasília (DF) ao Departamento de Estado americano, relata os encontros de ministros e delegações de Washington com autoridades nacionais, entre elas a atual presidente.
Um dos impasses se referia à atuação da estatal brasileira concorrendo contra interesses americanos na América Latina e tirando proveito do fato de que governos da região começavam, em 2006, a nacionalizar investimentos americanos.