Pai de Neymar segue com processo contra jornalista por calúnia e difamação
31ª Vara Criminal da Barra Funda (SP) negou o pedido de esclarecimentos feito por Neymar da Silva dos Santos
Atualizado em 25/07/2014 às 10:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
A , pai do atacante Neymar Jr., em processo de calúnia e difamação contra o jornalista e historiador Odir Cunha.
Crédito:Reprodução Pai do atacante Neymar mantém processo contra o jornalista Odir Cunha (foto)
De acordo com a ESPN, o empresário abriu processo com base nos artigos 138 e 139 do Código Penal Brasileiro, com penas de três a dois anos e multa. O jornalista alega que o juiz negou as acusações, enquanto o pai de Neymar argumenta que o magistrado considerou o pedido de esclarecimento desnecessário, pois como consta no despacho jurídico, o Ministério Público aceitou a providência solicitada. O processo segue na Justiça.
Santos entrou com a ação após se sentir ofendido por opiniões de Cunha em seu blog, principalmente com o termo "evangélico dinheirista". O jornalista, entretanto, diz jamais ter ultrapassado as fronteiras permitidas pelas Leis de Imprensa e afirmou não ter sido notificado judicialmente.
"Tenho muito cuidado de me cercar de fatos e testemunhos antes de fazer uma crítica, digamos, 'mais pesada'. O que nem foi o caso das críticas às atitudes do pai de Neymar. No caso, fiz uma crítica de comportamento, analisei a ética de se negociar Neymar com o Barcelona mesmo diante da enorme possibilidade de que Santos e Barcelona se encontrassem na final do Mundial da Fifa", esclareceu Cunha.
No texto, Cunha faz referência ao fato de o staff do atacante ter recebido 10 milhões de euros do Barcelona em adiantamento de transferência no meio do ano passado, antes de o Santos perder para o clube espanhol por 4 a 0 no Mundial de Clubes, realizado no Japão em 2011.
O pai do atacante divulgou uma série de e-mails trocados com Cunha em negociação para escrever um livro sobre o filho. "Foi uma troca formal de mensagens falando do livro, fui surpreendido com essa publicação. Me ofendeu, mas achei que ele tinha o direito de se defender", explicou o historiador.
"Como jornalista formado e profissional há cerca de 38 anos, tenho, como todo o jornalista, o direito de analisar fatos e tecer críticas, principalmente quando elas visam o aprimoramento da vida social, quando elas defendem valores edificantes, como a ética e a transparência. Essa é uma prerrogativa do regime democrático e da sagrada liberdade de expressão", acrescentou ele.
Crédito:Reprodução Pai do atacante Neymar mantém processo contra o jornalista Odir Cunha (foto)
De acordo com a ESPN, o empresário abriu processo com base nos artigos 138 e 139 do Código Penal Brasileiro, com penas de três a dois anos e multa. O jornalista alega que o juiz negou as acusações, enquanto o pai de Neymar argumenta que o magistrado considerou o pedido de esclarecimento desnecessário, pois como consta no despacho jurídico, o Ministério Público aceitou a providência solicitada. O processo segue na Justiça.
Santos entrou com a ação após se sentir ofendido por opiniões de Cunha em seu blog, principalmente com o termo "evangélico dinheirista". O jornalista, entretanto, diz jamais ter ultrapassado as fronteiras permitidas pelas Leis de Imprensa e afirmou não ter sido notificado judicialmente.
"Tenho muito cuidado de me cercar de fatos e testemunhos antes de fazer uma crítica, digamos, 'mais pesada'. O que nem foi o caso das críticas às atitudes do pai de Neymar. No caso, fiz uma crítica de comportamento, analisei a ética de se negociar Neymar com o Barcelona mesmo diante da enorme possibilidade de que Santos e Barcelona se encontrassem na final do Mundial da Fifa", esclareceu Cunha.
No texto, Cunha faz referência ao fato de o staff do atacante ter recebido 10 milhões de euros do Barcelona em adiantamento de transferência no meio do ano passado, antes de o Santos perder para o clube espanhol por 4 a 0 no Mundial de Clubes, realizado no Japão em 2011.
O pai do atacante divulgou uma série de e-mails trocados com Cunha em negociação para escrever um livro sobre o filho. "Foi uma troca formal de mensagens falando do livro, fui surpreendido com essa publicação. Me ofendeu, mas achei que ele tinha o direito de se defender", explicou o historiador.
"Como jornalista formado e profissional há cerca de 38 anos, tenho, como todo o jornalista, o direito de analisar fatos e tecer críticas, principalmente quando elas visam o aprimoramento da vida social, quando elas defendem valores edificantes, como a ética e a transparência. Essa é uma prerrogativa do regime democrático e da sagrada liberdade de expressão", acrescentou ele.





