Página do Facebook monitora ataques para proteger moradores de bombardeios na Síria
A comunidade presta informações para os moradores sírios, a fim de que se protejam dos ataques rebeldes que lutam contra o regime na região.
Atualizado em 03/10/2014 às 17:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Facebook tem sido usado por moradores sírios para veicular informações atualizadas sobre ataques rebeldes no país. Moradores da região desenvolveram uma na rede social com dados, como por exemplo, a localização dos tiros de morteiros lançados diariamente contra a capital Damasco. A iniciativa visa proteger os cidadãos dos inúmeros bombardeios.
Crédito:Reprodução/ ?????? ????? ???? ?? ???? Página ajuda moradores de Damasco a evitar áreas de bombardeios
Segundo a AFP, a comunidade reúne informações que podem permitir que os moradores tomem precauções, inclusive os que ficam nos bairros da periferia, atualmente controlados pelas forças rebeldes. Quase 20 pessoas morrem por dia por causa dos morteiros, conforme revela o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). A cifra chega a ser elevada por conta de certas ocasiões.
Na primeira semana de agosto, por exemplo, 30 pessoas foram vitimadas, entre elas quatro crianças. Há mais de três anos e meio em conflito, depois de uma revolta pacífica contra o regime de Bashar al-Assad, a disputa se converteu numa guerra devastadora. De acordo com a OSDH, mais de 180.000 sírios morreram e mais de nove milhões teriam abandonado as suas residências.
Crédito:Reprodução/ ?????? ????? ???? ?? ???? Página ajuda moradores de Damasco a evitar áreas de bombardeios
Segundo a AFP, a comunidade reúne informações que podem permitir que os moradores tomem precauções, inclusive os que ficam nos bairros da periferia, atualmente controlados pelas forças rebeldes. Quase 20 pessoas morrem por dia por causa dos morteiros, conforme revela o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). A cifra chega a ser elevada por conta de certas ocasiões.
Na primeira semana de agosto, por exemplo, 30 pessoas foram vitimadas, entre elas quatro crianças. Há mais de três anos e meio em conflito, depois de uma revolta pacífica contra o regime de Bashar al-Assad, a disputa se converteu numa guerra devastadora. De acordo com a OSDH, mais de 180.000 sírios morreram e mais de nove milhões teriam abandonado as suas residências.





