FENAJ - Arquivo da Câmara prova que debate é antigo e democrático 
FENAJ - Arquivo da Câmara prova que debate é antigo e democrático 
FENAJ - Arquivo da Câmara prova que debate é antigo e democrático Segue a campanha de difamação da FENAJ e seus diretores. A maioria dos “penas alugadas” utiliza um conhecido e condenável recurso de retórica: na falta de argumentos, ataque seu oponente. Até ao velho e surrado anti-comunismo estão apelando. Reunida esta manhã, 20/07, a direção Executiva da FENAJ resolveu alertar à categoria que ignore as provocações e se mantenha unida em torno dos Sindicatos e siga na campanha em defesa da regulamentação profissional.
Em depoimento à Folha de S. Paulo de ontem, 19/07, a direção da ANJ expõe com clareza sua posição histórica: “Não somos contra o diploma, somos contra a exigência”. É exatamente o que a FENAJ vem denunciando. Os donos da mídia não querem regras, normas. O melhor cenário para eles é o de lei nenhuma. Assim podem atrelar o jornalismo e os jornalistas somente aos seus interesses econômicos e políticos, fazendo o que bem entendem desde as relações de trabalho até na decisão da informação que a sociedade deve ou não receber.
Acuado pelos ataques da mídia e incluído na lista da CPI dos Sanguessugas, o deputado Pastor Amarildo (PSC/TO) afirma, em entrevista à reportagem da Revista Imprensa, que o projeto é de sua exclusiva autoria e que nunca ouviu falar na FENAJ.
Em respeito aos jornalistas e à sociedade, e pautada pela postura de privilegiar a verdade, a FENAJ esclarece que o Deputado ou está enganado, ou foi mal-interpretado, ou mente.
Como já foi divulgado, há quase 20 anos os jornalistas, em seus fóruns democráticos e entidades sindicais, discutem a necessidade de atualização da regulamentação profissional. No final dos anos 80, em nome da FENAJ, a deputada e jornalista, já falecida, Cristina Tavares (PMDB/PE) apresentou projeto nesse sentido. Anos depois, em 1995, o mesmo projeto, com pequenas mudanças, foi reapresentado pelo deputado Marcelo Barbieri (PMDB/SP). Novamente a matéria foi arquivada. O texto entregue pela direção da FENAJ ao deputado Pastor Amarildo, depois de várias conversas com ele e sua assessoria, é praticamente o mesmo de 1989.
Contra os fatos, não há argumentos. Para ter acesso aos textos anteriores basta acessar o arquivo da Câmara e abrir os dois projetos. Seguem os endereços:
Projeto Cristina Tavares (1989):
http://www2.camara.gov.br/proposicoes/loadFrame.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/prop_lista.asp?fMode=1&btnPesquisar=OK&Ano=1989&Numero=2304&sigla=PL
Projeto Marcelo Barbieri (1995):
http://www2.camara.gov.br/proposicoes/loadFrame.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/prop_lista.asp?fMode=1&btnPesquisar=OK&Ano=1995&Numero=862&sigla=PL
Provado que a FENAJ está dizendo a VERDADE, questiona-se:
Se há tantos anos é discutido e apresentado praticamente o mesmo texto;
Se o projeto atual está no Congresso desde 2003, tramitando por todas as comissões, inclusive a de Constituição e Justiça que avalizou a consistência técnica e jurídica do texto;
Fica a instigante pergunta:
Por que somente agora os donos da mídia resolveram atacar? E com tanta agressividade? Respostas para a direção do Estadão, Globo, Folha, Veja...






