"Os Jogos têm que ser um catalisador", diz presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro
Com o objetivo de debater a preparação do jornalismo brasileiro para acompanhar a competição do paradesporto no país este ano, IMPRENSA realiza no próximo dia 24 de junho, em parceria com o curso de Jornalismo da ESPM de São Paulo, o .
Atualizado em 21/06/2016 às 15:06, por
Alana Rodrigues*.
Crédito:Divulgação/CBP
Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro O evento, que será transmitido ao vivo, a partir das 15h, visa capacitar profissionais da editoria de esportes para a cobertura dos Jogos e entender os desafios em cada etapa por meio de debates entre jornalistas, especialistas e personalidades.
Entre os convidados está Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Ele participará do painel "O Brasil no Contexto do Paradesporto Mundial", ao lado de Renato Peters, da TV Globo.
Durante o evento, os convidados discutirão as potências mundiais no esporte paraolímpico, as razões para o crescimento do sucesso dos paratletas brasileiros, e como a mídia pode incrementar a sua cobertura e divulgação.
Parsons avalia que o espaço dedicado ao paradesporto na mídia nacional vem crescendo e, a partir da realização dos Jogos Paralímpicos em casa, deve aumentar cada vez mais, embora avalie que ainda falta muito para que os brasileiros conheçam melhor as modalidades paralímpicas. "Os Jogos Rio 2016 representam um momento único também em relação ao espaço do movimento paralímpico na mídia", diz.
O presidente do CPB, que acompanha a preparação para os Jogos Rio 2016, no Comitê de Integração Paralímpica do Comitê Organizador, observa desafios não são resolvidos com os Jogos na questão de infraestrutura, como tornar a cidade totalmente acessível. Não será possível, como não aconteceu em nenhuma outra sede dos Jogos até aqui", pondera.
"Os Jogos têm que ser um catalisador, um agente de mudança, mas não um ponto final. Sobre o olhar da sociedade, a expectativa é de que a mudança de percepção em relação à capacidade das pessoas com deficiência seja o maior legado do Rio 2016", acrescenta.
O representante do Comitê, responsável por comunicar o esporte paralímpico no Brasil, diz ter certeza de que a imprensa brasileira está preparada para realizar uma boa cobertura do evento. "Esperamos que a imprensa cubra os Jogos Paralímpicos do Rio da mesmo forma que vão cobrir os Jogos Olímpicos, com o mesmo nível de interesse e que levem para o país inteiro as notícias de muitas medalhas", completa.
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves.
Serviço: Fórum Online Cobertura Paraolímpica – conteúdo e treinamento 24 de junho, a partir das 15h Transmissão ao vivo pelo Portal IMPRENSA Inscrição gratuita e informações pelo site:





