Órgão da Coreia do Sul pede que Facebook reveja política de privacidade no país
Órgão da Coreia do Sul pede que Facebook reveja política de privacidade no país
Atualizado em 08/12/2010 às 11:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Comissão de Comunicações da Coreia do Sul (KCC) deu um prazo de 30 dias ao site Facebook para revisar sua política de privacidade no país. A solicitação foi feita nesta quarta-feira (08) pelo órgão sul-coreano, que ainda pediu a rede social criada por Mark Zuckerberg para oferecer detalhes de como os usuários acessam os dados pessoais.
De acordo com informações da agência EFE, o país possui mais de dois milhões de internautas com contas cadastradas no Facebook. A KCC quer que o site explique o uso de informações sigilosas dos usuários em inserções publicitárias, que têm o objetivo de atingir determinado público baseado em seu perfil.
Em comunicado, o órgão sul-coreano deu a entender que o Facebook não cumpria requisitos da legislação do país, que garantem o sigilo dos dados dos internautas na web. "O Facebook se comunica de maneira inadequada sobre a recopilação de informação privada", declarou a KCC.
Em junho deste ano, a página da web disponibilizou novas configurações de privacidade, em que o internauta escolhia bloquear ou não suas informações pessoais. Zuckerberg chegou a admitir que cometeu falhas na administração da rede social, considerada a maior do mundo com mais de 500 milhões de usuários. "A lição que eu tiro é de que você deve focar na construção de algo que as pessoas gostem e que seja valioso", disse.
A organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF) já havia feito denúncias contra o governo da Coreia do Sul por exercer grande controle sobre a internet no país. Alguns sites e redes de relacionamento locais pedem ao usuário para informar seu número de identificação para acessar os sistemas. Além disso, empresas como o Google e o Youtube foram pressionadas a adotar ferramentas de identificação dos internautas, o que não foi aceito pela companhia norte-americana.
Leia mais
-
-
-
De acordo com informações da agência EFE, o país possui mais de dois milhões de internautas com contas cadastradas no Facebook. A KCC quer que o site explique o uso de informações sigilosas dos usuários em inserções publicitárias, que têm o objetivo de atingir determinado público baseado em seu perfil.
Em comunicado, o órgão sul-coreano deu a entender que o Facebook não cumpria requisitos da legislação do país, que garantem o sigilo dos dados dos internautas na web. "O Facebook se comunica de maneira inadequada sobre a recopilação de informação privada", declarou a KCC.
Em junho deste ano, a página da web disponibilizou novas configurações de privacidade, em que o internauta escolhia bloquear ou não suas informações pessoais. Zuckerberg chegou a admitir que cometeu falhas na administração da rede social, considerada a maior do mundo com mais de 500 milhões de usuários. "A lição que eu tiro é de que você deve focar na construção de algo que as pessoas gostem e que seja valioso", disse.
A organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF) já havia feito denúncias contra o governo da Coreia do Sul por exercer grande controle sobre a internet no país. Alguns sites e redes de relacionamento locais pedem ao usuário para informar seu número de identificação para acessar os sistemas. Além disso, empresas como o Google e o Youtube foram pressionadas a adotar ferramentas de identificação dos internautas, o que não foi aceito pela companhia norte-americana.
Leia mais
-
-
-






