Organizações comentam morte de cinegrafista da Band e cobram providências
A morte do cinegrafista da Band, Gelson Domingos, na manhã do último domingo (6), quando cobria um conflito entre traficantes e policiais nacomunidade de Antares, no Rio de Janeiro, gerou reflexão e discussão sobre os limites e a segurança dos profissionais nesse tipo de cobertura.
Atualizado em 07/11/2011 às 13:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Diversas associações e organizações emitiram notas oficiais em repúdio ao acontecido e apoio aos familiares e amigos.
A Presidência da República, por meio da Secretaria de Comunicação Social (Secom), afirmou que "o trágico episódio reforça, em toda a sociedade, o sentimento de gratidão e de solidariedade a todos os profissionais de todas as categorias que, como Gelson, arriscam-se em suas tarefas diárias em prol dos brasileiros".
Para a Associação Nacional de Jornais (ANJ), "essa é mais uma demonstração da insegurança que atinge os brasileiros, que afeta a liberdade de imprensa e de expressão".
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) manifestou sua solidariedade aos familiares de Gelson e exigiu a "punição dos responsáveis pela morte", além da "apuração da segurança e estrutura de trabalho dadas aos profissionais na cobertura de áreas de risco", por parte das autoridades do Rio de Janeiro.
A Anistia Internacional mostrou uma visão diferente, condenando a operação policial. Para o representante da entidade para assuntos relacionados ao Brasil, Patrick Wilken, "é preciso questionar esse tipo de estratégia" e que "o Rio de Janeiro já mostrou ao mundo com as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadoras), que existem alternativas no combate à violência em algumas comunidades".
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), em nota divulgada no domingo, expressou seu "pesar e desconforto" pela morte de Gelson, e alertou, ainda, para a "necessidade de adoção de providências materiais e de procedimentos que diminuam os riscos de perda de vidas e de ferimentos de jornalistas no desempenho profissional".
Com informações de , , , e .
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A Presidência da República, por meio da Secretaria de Comunicação Social (Secom), afirmou que "o trágico episódio reforça, em toda a sociedade, o sentimento de gratidão e de solidariedade a todos os profissionais de todas as categorias que, como Gelson, arriscam-se em suas tarefas diárias em prol dos brasileiros".
Para a Associação Nacional de Jornais (ANJ), "essa é mais uma demonstração da insegurança que atinge os brasileiros, que afeta a liberdade de imprensa e de expressão".
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) manifestou sua solidariedade aos familiares de Gelson e exigiu a "punição dos responsáveis pela morte", além da "apuração da segurança e estrutura de trabalho dadas aos profissionais na cobertura de áreas de risco", por parte das autoridades do Rio de Janeiro.
A Anistia Internacional mostrou uma visão diferente, condenando a operação policial. Para o representante da entidade para assuntos relacionados ao Brasil, Patrick Wilken, "é preciso questionar esse tipo de estratégia" e que "o Rio de Janeiro já mostrou ao mundo com as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadoras), que existem alternativas no combate à violência em algumas comunidades".
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), em nota divulgada no domingo, expressou seu "pesar e desconforto" pela morte de Gelson, e alertou, ainda, para a "necessidade de adoção de providências materiais e de procedimentos que diminuam os riscos de perda de vidas e de ferimentos de jornalistas no desempenho profissional".
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