Organização de mídia Gênero e Número explica o fenômeno da ideologia de gênero a partir da análise de dados
A publicação foi interdisciplinar e contou com jornalistas, cientistas de dados, cientistas sociais e designers
Atualizado em 29/08/2019 às 14:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Como o jornalismo de dados pode auxiliar na construção da reportagem e no combate à desinformação? A Gênero e Número acaba de lançar um especial de jornalismo com conteúdo produzido a partir do levantamento e da análise de dados.
explicou o fenômeno da ideologia de gênero no Brasil de 2019.
A produção contou com sete reportagens e gráficos de redes que narram o avanço da ideologia de gênero no país. O trabalho apresentou mais de 80 atores dos campos da política, da mídia e da religião que reuniu o núcleo da “ideologia de gênero” no Twitter. A especial divulgou ainda uma entrevista com a filósofa Judith Butler.
Crédito:Gênero e Número
Na plataforma digital, os usuários encontram visualizações interativas e longas reportagens para contextualizar o Brasil de 2019.
“A sofisticação da desinformação está na rede de conexões construída por atores de diferentes campos, na disputa pelo sentido das palavras e ainda na capacidade de midiatizar o discurso. Vale para qualquer espectro político, do mais conservador ao mais progressista. No Reino Sagrado da Desinformação narramos o contexto atual da política brasileira tendo ao centro a grande questão de gênero e com foco nos atores de direita”, explica a diretora da Gênero e Número, Giulliana Bianconi. A publicação é interdisciplinar e contou com jornalistas, cientistas de dados, cientistas sociais e designers. “Um trabalho longo, interdisciplinar, uma das nossas principais produções nesses 3 anos, com certeza”, complementa.
MídiaJOR A edição do MidiaJOR 2019 abordará, justamente, a experiência do jornalismo com a inteligência artificial. O evento irá debater sobre os impactos da inteligência artificial nas redações e mostrar experiências de quem já utiliza a tecnologia no jornalismo. Um dois painéis será O algoritmo informado – como IA pode ajudar a combater a desinformação. O evento acontecerá no dia 26 de setembro e está com inscrições abertas. Mais informações .
explicou o fenômeno da ideologia de gênero no Brasil de 2019.
A produção contou com sete reportagens e gráficos de redes que narram o avanço da ideologia de gênero no país. O trabalho apresentou mais de 80 atores dos campos da política, da mídia e da religião que reuniu o núcleo da “ideologia de gênero” no Twitter. A especial divulgou ainda uma entrevista com a filósofa Judith Butler.
Crédito:Gênero e Número
Na plataforma digital, os usuários encontram visualizações interativas e longas reportagens para contextualizar o Brasil de 2019.
“A sofisticação da desinformação está na rede de conexões construída por atores de diferentes campos, na disputa pelo sentido das palavras e ainda na capacidade de midiatizar o discurso. Vale para qualquer espectro político, do mais conservador ao mais progressista. No Reino Sagrado da Desinformação narramos o contexto atual da política brasileira tendo ao centro a grande questão de gênero e com foco nos atores de direita”, explica a diretora da Gênero e Número, Giulliana Bianconi. A publicação é interdisciplinar e contou com jornalistas, cientistas de dados, cientistas sociais e designers. “Um trabalho longo, interdisciplinar, uma das nossas principais produções nesses 3 anos, com certeza”, complementa.
MídiaJOR A edição do MidiaJOR 2019 abordará, justamente, a experiência do jornalismo com a inteligência artificial. O evento irá debater sobre os impactos da inteligência artificial nas redações e mostrar experiências de quem já utiliza a tecnologia no jornalismo. Um dois painéis será O algoritmo informado – como IA pode ajudar a combater a desinformação. O evento acontecerá no dia 26 de setembro e está com inscrições abertas. Mais informações .





