Oprah Winfrey processa homem que finge ser seu sobrinho para dar golpes nos EUA
A Oprah Winfrey Network (OWN), empresa da apresentadora norte-americana Oprah Winfrey, abriu um processo na Flórida contra um homem chamado Justin Jackson.
Atualizado em 18/04/2015 às 15:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
empresa da apresentadora norte-americana , abriu um processo na Flórida contra um homem chamado Justin Jackson. Ele finge ser sobrinho dela para conseguir benefícios como roupas, comida, ingressos de show, presentes, diárias em hotel, joias e acesso ao camarim de celebridades nos Estados Unidos.
Crédito:Divulgação Falso sobrinho da apresentadora tentou dar golpes em nome dela
Segundo o site Hollywood Reporter, Jackson tem histórico em fingir ser outras pessoas, tendo já se passado por assessor do presidente Barack Obama e por empresário da Madonna.
No final de 2013, Jackson supostamente enviou cartas em papel timbrado da OWN para tentar obter emprego com o designer de moda Perry Ellis e diárias gratuitas no Hotel Atlântico. Ele teria repetido o esquema com em outros hotéis — Fontainebleau Hotel, Starwood Hotels e Extended Stay America Hotel — dizendo que é sobrinho de Oprah e ex-funcionário da empresa da apresentadora.
No processo, Justin Jackson terá que responder às acusações de invasão de privacidade, violação de marca, diluição de marca e conspiração civil.
Crédito:Divulgação Falso sobrinho da apresentadora tentou dar golpes em nome dela
Segundo o site Hollywood Reporter, Jackson tem histórico em fingir ser outras pessoas, tendo já se passado por assessor do presidente Barack Obama e por empresário da Madonna.
No final de 2013, Jackson supostamente enviou cartas em papel timbrado da OWN para tentar obter emprego com o designer de moda Perry Ellis e diárias gratuitas no Hotel Atlântico. Ele teria repetido o esquema com em outros hotéis — Fontainebleau Hotel, Starwood Hotels e Extended Stay America Hotel — dizendo que é sobrinho de Oprah e ex-funcionário da empresa da apresentadora.
No processo, Justin Jackson terá que responder às acusações de invasão de privacidade, violação de marca, diluição de marca e conspiração civil.





