Oposição argentina pede investigação de gastos com publicidade oficial
Oposição argentina pede investigação de gastos com publicidade oficial
Atualizado em 07/01/2011 às 18:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
A divisão incomum da verba publicitária governamental na Argentina, em 2010, levou a oposição ao governo de Cristina Kirchner a pedir investigação dos gastos, informa o La Nación .
O que despertou a desconfiança do governo argentino foi o fato de que a quarta maior emissora do país em audiência, o Canal 9, recebeu nada menos que 67,5% dos 107 milhões de pesos gastos com publicidade oficial em TV aberta, enquanto que uma das líderes no país ficou com 16,7% desse total.
De acordo com o Clarín , a tensão entre governo e alguns veículos de comunicação no país geram especulações e acusações contra Cristina e, proporcionalmente, contra os donos dos veículos. A oposição argumenta que, por desafeto a determinados grupos, o Governo Kirchner utiliza os recursos públicos para favorecer emissoras e produtoras simpatizantes.
O chefe de gabinete do governo argentino, Aníbal Fernández, acusou os jornais Clarín e La Nación de mentirem sobre a publicidade oficial, relatou a Télam: "Se eles vivem mentindo, uma mentira a mais dá no mesmo (...) São uns burros excepcionais", atacou Fernández, acusando ainda os jornais de "incentivarem a falta de combustível no país" com uma "forte operação midiática" para "romper a lógica" de consumo. As informações são do Knight Center for Journalism in the Americas.
Leia mais

O que despertou a desconfiança do governo argentino foi o fato de que a quarta maior emissora do país em audiência, o Canal 9, recebeu nada menos que 67,5% dos 107 milhões de pesos gastos com publicidade oficial em TV aberta, enquanto que uma das líderes no país ficou com 16,7% desse total.
De acordo com o Clarín , a tensão entre governo e alguns veículos de comunicação no país geram especulações e acusações contra Cristina e, proporcionalmente, contra os donos dos veículos. A oposição argumenta que, por desafeto a determinados grupos, o Governo Kirchner utiliza os recursos públicos para favorecer emissoras e produtoras simpatizantes.
O chefe de gabinete do governo argentino, Aníbal Fernández, acusou os jornais Clarín e La Nación de mentirem sobre a publicidade oficial, relatou a Télam: "Se eles vivem mentindo, uma mentira a mais dá no mesmo (...) São uns burros excepcionais", atacou Fernández, acusando ainda os jornais de "incentivarem a falta de combustível no país" com uma "forte operação midiática" para "romper a lógica" de consumo. As informações são do Knight Center for Journalism in the Americas.






