Opinião: Heróis de Pedro Bial retornam ao "BBB 13"

A Rede Globo estreou, na última terça-feira (08/01), a décima terceira temporada do “BBB”. O reality da Rede Globo já iniciou com um recordenegativo.

Atualizado em 11/01/2013 às 13:01, por Fabio Maksymczuk.

Evidentemente, o desempenho raquítico no IBOPE alcançado pela trinca das novelas “Lado a Lado”, “Guerra dos Sexos” e “Salve Jorge” contribuiu para o fenômeno. É o chamado efeito cascata. Dessa vez, Boninho resolveu “reciclar” o elenco de ex-BBBs. Seis deles retornaram à atração. Fani e Natália, queridinhas da direção, estão por lá. Só faltou a Priscila, do “BBB9”. Dois que pouco agradaram o público também conquistaram sua chance: a “gralha” da Anamara e Eliéser. Já os vencedores Kleber Bambam e Dhomini (apoiei os dois no “BBB 1” e “BBB 3”) terão que ressuscitar suas torcidas. É uma dupla explosiva. O “BBB 13”, de certa forma, traz ares da “Casa dos Artistas 5”. Famosos misturados com anônimos. O sexteto percorreu diversos programas de TV (principalmente, Bambam que permaneceu na mídia). Os seis participaram de diversos eventos e estamparam capas de revistas. Agora, eles já são conhecidos. A vida pessoal dos regressos é amplamente conhecida. Por isso mesmo, os novos “BBBs” alfinetam os velhos concorrentes com fofocas e maledicências. A novata Aline promete bons momentos, caso não seja a primeira eliminada. Mulher de personalidade. Pedro Bial continua a chamar os confinados de “heróis”. Mesmo com esse ufanismo “bbbístico”, o apresentador sabe conduzir a atração. O jornalista domina o reality. “BBB" 10, 11 e 12 não renderam bons momentos. Edições que não emocionaram. Em uma primeira impressão, o elenco do “BBB 13” é superior às últimas três temporadas (até mesmo por causa do retorno dos ex-jogadores). Os telespectadores continuarão a dar sua espiadinha (mesmo aqueles que falam mal) na casa “mais vigiada” do Brasil.

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