Operadoras de TV a Cabo terão participação no PBNL, diz presidente da ABTA
No próximo dia 9, o ministro das Comunicações Paulo Bernardo participará do painel de abertura da Feira e Congresso da ABTA - Associaç
Atualizado em 02/08/2011 às 18:08, por
Pamela Forti.
No próximo dia 9, o ministro das Comunicações Paulo Bernardo participará do painel de abertura da Feira e Congresso da ABTA - Associaçãoo Brasileira de TV por Assinatura. O ministro participará do painel "Inovação e desregulamentação: os caminhos para o crescimento" e debaterá com Ronaldo Sardenberg, presidente da Anatel; senador Eduardo Braga, presidente da Comissão de Comunicação do Senado, o senador Walter Pinheiro, membro da Comissão de Comunicação do Senado, e o presidente executivo da ABTA, Alexandre Annenberg.
Durante a entrevista coletiva que precede o Congresso, realizada na última segunda-feira, Annenberg ressaltou que os associados podem ser grandes colaboradores no processo de implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Mesmo que os grandes players desse segmento sejam os provedores de internet e telefonia, os operadores de cabo também podem ser grandes parceiros, principalmente no que diz respeito às localidades mais distante e com menor infra-estrutura. "É aí que eu acho que a ABTA tem um papel importante: a gente já tem um número razoável de operações em localidades pequenas e mídias e pode ser parceiras desses empreendedores locais em cada nova licença a ser outorgada. Evidentemente que isso vai depender de uma política de outorgas a ser definida pela Anatel", esclarece Annenberg. Segundo ele, os grandes provedores devem preferir operar, inicialmente, em localidades onde o retorno financeiro é garantido, para depois fazer o investimento na ampliação do acesso.
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Durante a entrevista coletiva que precede o Congresso, realizada na última segunda-feira, Annenberg ressaltou que os associados podem ser grandes colaboradores no processo de implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Mesmo que os grandes players desse segmento sejam os provedores de internet e telefonia, os operadores de cabo também podem ser grandes parceiros, principalmente no que diz respeito às localidades mais distante e com menor infra-estrutura. "É aí que eu acho que a ABTA tem um papel importante: a gente já tem um número razoável de operações em localidades pequenas e mídias e pode ser parceiras desses empreendedores locais em cada nova licença a ser outorgada. Evidentemente que isso vai depender de uma política de outorgas a ser definida pela Anatel", esclarece Annenberg. Segundo ele, os grandes provedores devem preferir operar, inicialmente, em localidades onde o retorno financeiro é garantido, para depois fazer o investimento na ampliação do acesso.
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