Operação da PF e do MP em jornal apura fraudes na prefeitura da Mangaratiba (RJ)
Editais eram publicados em exemplares de jornal que não circulavam
Atualizado em 19/11/2014 às 11:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Uma operação do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (MP-RJ) e de agentes da Polícia Federal (PF) em Angra dos Reis, cumpriu mandados de busca na sede do jornal Povo do Rio e na prefeitura de Mangaratiba. A investigação é sobre fraudes em licitações ocorridas em março de 2011 e dezembro de 2012, que teriam gerado "graves prejuízos aos cofres públicos".
Crédito:Reprodução Jornal é acusado de ajudar prefeitura em fraudes sobre licitações
De acordo com a Agência Brasil, o Ministério informou que foram apreendidas todas as edições do jornal Povo do Rio no período da investigação. Também foram obtidos documentos sobre licitações na prefeitura. O material servirá de base para ação de improbidade administrativa contra o prefeito de Mangaratiba, Evandro Bertino Jorge, além de secretários e servidores municipais.
O MP explicou que a prefeitura de Mangaratiba pagava o jornal para que mudasse a matriz das publicações que já haviam circulado e incluísse editais de convocação e os resultados das licitações fraudadas, sem que a informação fosse, de fato, publicada. As páginas alteradas eram mantidas na sede do diário e na prefeitura como base para respaldar contratos irregulares.
A denúncia é investigada pela 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Angra dos Reis, sob sigilo. O promotor Alexander Véras Vieira, que ajuizou a ação, disse que são analisados aproximadamente 40 contratos, no valor estimado de R$ 60 milhões para aquisição de produtos .
Crédito:Reprodução Jornal é acusado de ajudar prefeitura em fraudes sobre licitações
De acordo com a Agência Brasil, o Ministério informou que foram apreendidas todas as edições do jornal Povo do Rio no período da investigação. Também foram obtidos documentos sobre licitações na prefeitura. O material servirá de base para ação de improbidade administrativa contra o prefeito de Mangaratiba, Evandro Bertino Jorge, além de secretários e servidores municipais.
O MP explicou que a prefeitura de Mangaratiba pagava o jornal para que mudasse a matriz das publicações que já haviam circulado e incluísse editais de convocação e os resultados das licitações fraudadas, sem que a informação fosse, de fato, publicada. As páginas alteradas eram mantidas na sede do diário e na prefeitura como base para respaldar contratos irregulares.
A denúncia é investigada pela 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Angra dos Reis, sob sigilo. O promotor Alexander Véras Vieira, que ajuizou a ação, disse que são analisados aproximadamente 40 contratos, no valor estimado de R$ 60 milhões para aquisição de produtos .





