ONU condena execução de jornalista e exige que o Estado Islâmico liberte reféns
Neste sábado (6/9), o Conselho de Segurança da ONU condenou o assassinato "desumano e covarde" do jornalista americano Steven Sotloff pelo Estado Islâmico (EI).
Atualizado em 06/09/2014 às 17:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
de Segurança da ONU condenou o assassinato "desumano e covarde" do jornalista americano Steven Sotloff pelo Estado Islâmico (EI). A entidade ainda exigiu que o grupo e outras milícias libertem as pessoas que mantêm como reféns.
Crédito:Reprodução/ONU Conselho de Segurança da ONU condenou decapitação de jornalista
Em comunicado, a ONU afirma que esse crime volta a evidenciar a "brutalidade" do EI e considerara o grupo como responsável por "milhares de abusos contra sírios e iraquianos".
O Conselho de Segurança ainda ressaltou que os responsáveis pela morte de Sotloff devem ser julgados e convocou todos os países a cooperarem para isso.
Para o principal órgão de decisão da ONU, o caso de Sotloff, que aparece sendo decapitado por um suposto membro do EI na internet, é uma "trágica lembrança dos perigos que os jornalistas sofrem a cada dia na Síria".
O Conselho de Segurança destacou que os profissionais da informação que atuam em zonas de guerra devem ser considerados civis e respeitados e protegidos como tais.
Crédito:Reprodução/ONU Conselho de Segurança da ONU condenou decapitação de jornalista
Em comunicado, a ONU afirma que esse crime volta a evidenciar a "brutalidade" do EI e considerara o grupo como responsável por "milhares de abusos contra sírios e iraquianos".
O Conselho de Segurança ainda ressaltou que os responsáveis pela morte de Sotloff devem ser julgados e convocou todos os países a cooperarem para isso.
Para o principal órgão de decisão da ONU, o caso de Sotloff, que aparece sendo decapitado por um suposto membro do EI na internet, é uma "trágica lembrança dos perigos que os jornalistas sofrem a cada dia na Síria".
O Conselho de Segurança destacou que os profissionais da informação que atuam em zonas de guerra devem ser considerados civis e respeitados e protegidos como tais.





