ONG Repórteres Sem Fronteiras critica nova lei de concessão de rádio e TV na Guatemala
A ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF) criticou a aprovação da Lei Geral de Telecomunicações na Guatemala. O novo regulamento permite a renovação quase automática das concessões de rádio e TV, por um prazo de 25 anos.
Atualizado em 05/12/2011 às 15:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
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"Uma medida como essa não deixa espaço para emissoras de TV e, principalmente, de rádios comunitárias, que esperam sua regularização e enfrentam uma insuficiência de frequências disponíveis", disse a ONG.
Em comunicado, a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc) demonstrou preocupação com a decisão da Comissão de Comunicações do Congresso e da Superintendência de Telecomunicações (SIT) contra a Lei 4.087, sobre povos indígenas.
"Por que dizem que não há frequências disponíveis quando, na verdade, estão pensando na possibilidade de renovar as licenças já concedidas a rádios comerciais? Por que parece que as autoridades preferem que haja uma grande quantidade de frequências para uso comercial, em vez de distribuir o 'dial' de forma equilibrada, para que as vozes comunitárias de nossos povos possam ser ouvidas?", questiona a Amarc.
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"Uma medida como essa não deixa espaço para emissoras de TV e, principalmente, de rádios comunitárias, que esperam sua regularização e enfrentam uma insuficiência de frequências disponíveis", disse a ONG.
Em comunicado, a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc) demonstrou preocupação com a decisão da Comissão de Comunicações do Congresso e da Superintendência de Telecomunicações (SIT) contra a Lei 4.087, sobre povos indígenas.
"Por que dizem que não há frequências disponíveis quando, na verdade, estão pensando na possibilidade de renovar as licenças já concedidas a rádios comerciais? Por que parece que as autoridades preferem que haja uma grande quantidade de frequências para uso comercial, em vez de distribuir o 'dial' de forma equilibrada, para que as vozes comunitárias de nossos povos possam ser ouvidas?", questiona a Amarc.
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