ONG israelense processa Facebook por páginas que incitam assassinato de judeus
Na última terça-feira (27/10), a organização israelense Shurat HaDin informou que processou o Facebook por não ter bloqueado pági
Atualizado em 28/10/2015 às 12:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última terça-feira (27/10), a organização israelense Shurat HaDin informou que processou o por não ter bloqueado páginas que incitam o assassinato de judeus.
De acordo com a agência AFP, a diretora da ONG, Nitsana Darshan-Leitner, acionou a rede social em um tribunal de Nova York. A ativista pede que a empresa apague mais e mil páginas "incendiárias" e melhore os mecanismos de supervisão.
Crédito:Reprodução Rede social é acusada de não bloquear conteúdos que incitam violência contra judeus
O Facebook "pode saber que café você tomou pela manhã, me submeter a propagandas ou me colocar em contato com amigos que tenham os mesmos interesses, então, pode vigiar as ameaças e suprimir as publicações que induzam ou glorifiquem os ataques terroristas?", questionou.
Aproximadamente 20.000 israelenses apoiaram a petição. Em contrapartida, a rede social sustentou, em comunicado, que o pedido não tem fundamento e que a corporação deve se defender "vigorosamente".
"Queremos que as pessoas se sintam seguras quando usam o Facebook. Não há nenhum lugar para conteúdos que incitem à violência, as ameaças diretas (...) ou um discurso de ódio no Facebook", ponderou a rede social.
De acordo com a agência AFP, a diretora da ONG, Nitsana Darshan-Leitner, acionou a rede social em um tribunal de Nova York. A ativista pede que a empresa apague mais e mil páginas "incendiárias" e melhore os mecanismos de supervisão.
Crédito:Reprodução Rede social é acusada de não bloquear conteúdos que incitam violência contra judeus
O Facebook "pode saber que café você tomou pela manhã, me submeter a propagandas ou me colocar em contato com amigos que tenham os mesmos interesses, então, pode vigiar as ameaças e suprimir as publicações que induzam ou glorifiquem os ataques terroristas?", questionou.
Aproximadamente 20.000 israelenses apoiaram a petição. Em contrapartida, a rede social sustentou, em comunicado, que o pedido não tem fundamento e que a corporação deve se defender "vigorosamente".
"Queremos que as pessoas se sintam seguras quando usam o Facebook. Não há nenhum lugar para conteúdos que incitem à violência, as ameaças diretas (...) ou um discurso de ódio no Facebook", ponderou a rede social.





