ONG dedicada ao combate de crimes na Internet contesta rescisão de parceria com MPF-SP
ONG dedicada ao combate de crimes na Internet contesta rescisão de parceria com MPF-SP
Atualizado em 25/11/2010 às 14:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
A ONG SaferNet, que atua no auxílio ao combate aos crimes na Internet, contestou, , o parecer do Núcleo Técnico de Combate aos Crimes Cibernéticos (NTCCC) que culminou com o encerramento de uma parceria da entidade com o Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP).
A entidade auxiliava o órgão mantendo um site que recebia denúncias de crimes virtuais, a "Central Nacional de Denúncias". No entanto, o MPF, a partir do parecer, encerrou a parceria alegando que a "organização não apresenta condições satisfatórias para atender" o que foi proposto inicialmente.
A entidade afirma que o relatório que motivou a rescisão "foi fabricado a partir de consultas parciais e incompletas, e não considerou os dados armazenados em outras bases de dados da instituição", as quais garante que o MPF-SP tinha livre acesso.
Na opinião da ONG, as falhas do parecer técnico se devem, entre outras coisas, ao fato de ser subscrito por um ex-funcionário da entidade que, não por má-fé, mas justamente por intimidade com os procedimentos, não atentou para alguns fatos.
Por fim, a SaferNet lamentou "o fato de não ter tido a oportunidade de tomar conhecimento e se manifestar formalmente sobre o parecer técnico" antes que ele fosse repassado à imprensa e afirmou surpresa e indignação pelo relatório não ter apresentando uma "uma avaliação justa e honesta da contribuição" da ONG.
Leia mais

A entidade auxiliava o órgão mantendo um site que recebia denúncias de crimes virtuais, a "Central Nacional de Denúncias". No entanto, o MPF, a partir do parecer, encerrou a parceria alegando que a "organização não apresenta condições satisfatórias para atender" o que foi proposto inicialmente.
A entidade afirma que o relatório que motivou a rescisão "foi fabricado a partir de consultas parciais e incompletas, e não considerou os dados armazenados em outras bases de dados da instituição", as quais garante que o MPF-SP tinha livre acesso.
Na opinião da ONG, as falhas do parecer técnico se devem, entre outras coisas, ao fato de ser subscrito por um ex-funcionário da entidade que, não por má-fé, mas justamente por intimidade com os procedimentos, não atentou para alguns fatos.
Por fim, a SaferNet lamentou "o fato de não ter tido a oportunidade de tomar conhecimento e se manifestar formalmente sobre o parecer técnico" antes que ele fosse repassado à imprensa e afirmou surpresa e indignação pelo relatório não ter apresentando uma "uma avaliação justa e honesta da contribuição" da ONG.
Leia mais






