Ombudsman da "Folha" comenta equívoco em matéria sobre "Minha Casa, Minha Vida"
Na edição do último domingo (20/10), Suzana Singer, ombudsman da Folha de S. Paulo, divulgou esclarecimentos sobre a reportagem de empr
Ombudsman da "Folha" comenta equívoco em matéria sobre Minha Casa Minha Vida
Na edição do último domingo (20/10), Suzana Singer, ombudsman da Folha de S. Paulo , divulgou esclarecimentos sobre a de empreendimento residencial do "Minha Casa, Minha Vida" em Vitória da Conquista (BA). Na matéria, publicada na última quarta (16/10), o jornal informava que as casas seriam entregues pela presidente Dilma Rousseff sem energia e sem água.
Crédito:Divulgação Para a ombudsman, "Folha" deveria ter derrubado matéria sobre "Minha Casa, Minha Vida"
De acordo com Suzana, uma explicação já havia sido enviada pelo Ministério das Cidades, que informava que as casas foram entregues com instalações elétricas e hidráulicas e que era de responsabilidade do beneficiário solicitar os serviços das concessionária de energia e de água no Estado.
Segundo ela, “o jornal deveria ter derrubado a reportagem. Não adianta registrar burocraticamente o "outro lado" como prega o "Manual da Redação", mas insistir numa acusação vazia”.
A Folha esclareceu também o erro de interpretação de dados fornecidos pelo Datafolha. O jornal havia informado que, sem a candidatura de Marina Silva, a maior parte dos seus votos iriam para a presidente Dilma Rousseff. No entanto, Eduardo Campos é quem ficaria com os eleitores da ex-senadora.
"O engano foi provocado por uma leitura apressada de um gráfico preparado pelo Datafolha a partir de cruzamentos que não estavam no relatório principal", explicou a editoria "Poder". Segundo a ombusdman, o erro foi de interpretação da redação e não do instituto de pesquisa.
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