Oi Mundo Afora continua desvendando a África do Sul
Oi Mundo Afora continua desvendando a África do Sul
Atualizado em 20/09/2005 às 10:09, por
Por: Claudia Kucharsky / Holofote Comunicação RJ.
O Oi Mundo Afora dessa quinta-feira (22/09) continua desvendando a África do Sul. O programa percorre a Cidade do Cabo e seus arredores, tendo como ponto de partida o Cabo da Boa Esperança - local de vital importância na história do país e das Grandes Navegações -, com direito a uma passada rápida em Boulders Beach, praia freqüentada essencialmente por pingüins, que compõem um belo quadro dentre as muitas pinturas que a natureza local oferece.
Da Boa Esperança para Robben Island, o registro da vitória sobre o Apartheid. Em um daqueles "programas para turistas", mas que ao mesmo tempo é imperdível, uma visita a prisão onde Nelson Mandela ficou preso por décadas tornou-se parada obrigatória dos visitantes.
Em mais um dia de viagem, Giselle parte para a região de West Coast, uma nova descoberta entre os destinos turísticos a serem explorados em Western Cape, província da qual a Cidade do Cabo é capital. São duas paradas. A primeira na simpática cidade de Darling, onde o destaque é o Evita Perron, um bar-anfiteatro, que se tornou símbolo da resistência cultural na época do Apartheid. O segundo destino é Paternoster, uma pequena vila de pescadores de vida tranqüila, onde Giselle fica conhecendo - através de um pescador local - as belezas que a simplicidade pode proporcionar.
Da Boa Esperança para Robben Island, o registro da vitória sobre o Apartheid. Em um daqueles "programas para turistas", mas que ao mesmo tempo é imperdível, uma visita a prisão onde Nelson Mandela ficou preso por décadas tornou-se parada obrigatória dos visitantes.
Em mais um dia de viagem, Giselle parte para a região de West Coast, uma nova descoberta entre os destinos turísticos a serem explorados em Western Cape, província da qual a Cidade do Cabo é capital. São duas paradas. A primeira na simpática cidade de Darling, onde o destaque é o Evita Perron, um bar-anfiteatro, que se tornou símbolo da resistência cultural na época do Apartheid. O segundo destino é Paternoster, uma pequena vila de pescadores de vida tranqüila, onde Giselle fica conhecendo - através de um pescador local - as belezas que a simplicidade pode proporcionar.






