Odebrecht lança a segunda edição do prêmio Clarival do Prado Valadares
Odebrecht lança a segunda edição do prêmio Clarival do Prado Valadares
Atualizado em 07/01/2005 às 14:01, por
Redação Portal Imprensa.
Organização patrocinará pesquisa histórica e edição de livro Lançado pela Organização Odebrecht no final de 2003, o Prêmio Clarival do Prado Valladares chega à sua segunda edição aprimorando algumas das qualidades que o tornam único no Brasil: o patrocínio de pesquisa histórica desde seu início até a conclusão, com a edição de livro ilustrado e com o apurado tratamento gráfico que caracteriza a coleção de edições culturais da Odebrecht.
As inscrições já estão abertas para projetos de pesquisa que abordem temas ligados à Bahia (onde está localizada a sede da empresa), que representem contribuição para a história do Brasil. "Como na primeira edição do Prêmio, nós vamos selecionar idéias", esclarece Márcio Polidoro, Diretor de Comunicação da Odebrecht. "Posteriormente essas idéias serão transformadas em um livro. Isto é uma inovação no financiamento à produção cultural brasileira".
O projeto vencedor do prêmio, anunciado em 2004, foi "Serviços Urbanos e Movimentos Sociais: Bahia, 1846-1946", da professora e pesquisadora baiana Consuelo Novais Sampaio, que pretende testar a hipótese levantada pelo pesquisador C. A. Carvalho, de que a Bahia teria liderado, através da iniciativa particular, a modernização dos meios de transportes urbanos, na segunda metade do século XIX.
INCRIÇÕES ATÉ 10 DE MARÇO - O regulamento do concurso, em sua edição 2005, está disponível no site www.odebrecht.com.br, onde poderão ser feitas as inscrições, até o dia 10 de março de 2005. Segundo Polidoro, os projetos não precisam ter nenhum formato específico. "Todo o planejamento será definido depois dos resultados, em conjunto com o autor, a comissão julgadora e o Comitê Cultural da Odebrecht". O importante é o ineditismo da idéia, a sua abrangência, a criatividade e a real contribuição para a história do País.
A partir da escolha, a Odebrecht vai assegurar todos os recursos necessários para que o projeto premiado possa ser realizado, em todas as suas fases, com nível de excelência, ou seja, vai patrocinar todas as fases de execução. "Sabemos que grandes projetos sempre demandam tempo e por isso definiremos um cronograma para a publicação do vencedor de cada ano. Por outro lado, acredito que vamos receber projetos com pesquisa já realizada que só precisam do investimento para se tornar um produto", disse Polidoro.
Os trabalhos apresentados passarão por um processo interno de pré-seleção, que será feito pelo Comitê Cultural da Odebrecht. Cinco projetos serão escolhidos e encaminhados para o julgamento de uma comissão externa, formada por pessoas de renome no setor cultural, que definirá o projeto a ser premiado. O resultado será anunciado no primeiro semestre de 2005. A intenção é publicar o livro em 2006.
PROATIVIDADE - A criação do prêmio Clarival do Prado Valladares, importante pesquisador e historiador baiano, que foi um grande colaborador de toda a atividade cultural da Odebrecht, foi uma forma encontrada pela empresa para democratizar o acesso ao patrocínio e dar total transparência ao processo de seleção. "Antes, os projetos eram encaminhados à empresa e as decisões, tomadas criteriosamente. Mas muita gente não sabia como chegar até nós", conta Márcio Polidoro.
"Com o prêmio, fica claro como será feita a inscrição, há prazos definidos, critérios bem estabelecidos e a empresa se coloca de uma maneira proativa, provocando pesquisadores, autores e acadêmicos a identificarem na Bahia temas sociais, econômicos, políticos e artísticos, que precisam ser conhecidos e desvendados para enriquecer o conhecimento da história do Brasil".
A Odebrecht está se dispondo a incentivar a produção cultural, dando a ela um status diferenciado. "Esse caráter de proatividade de nossa parte faz o caminho contrário ao que vemos no Brasil: ao invés de pedir patrocínio, os autores de projetos culturais estão sendo convidados a apresentar suas propostas para que possamos apoiá-los".
Uma outra inovação introduzida pela Odebrecht é a comercialização do livro resultante dos projetos premiados para ampliar seu alcance. "Nós vamos buscar formas de parceria com editoras para que haja a comercialização das edições. Manteremos a política de distribuição gratuita de uma parte de edição, mas as obras vencedoras do prêmio Clarival do Prado Valladares também estarão à venda nas livrarias", explica Polidoro.
ODEBRECHT JÁ PATROCINOU 100 LIVROS EM 45 ANOS - A ação cultural da Odebrecht está prioritariamente voltada para a produção de livros - já foram editados 100 títulos, entre os quais destacam-se "Nordeste Histórico e Monumental", de autoria de Clarival do Prado Valladares, que mostra a arte do Nordeste em quatro volumes; "Mapa - Imagens da Formação Territorial Brasileira", da cartógrafa Isa Adonias, que mostra o acervo da mapoteca do Itamaraty; "Brasil dos Viajantes", de Ana Maria de Moraes Beluzzo, o mais importante estudo sobre viajantes estrangeiros no País, do Descobrimento à Proclamação da República; "A Mão Afro-Brasileira", de Emanoel Araújo, que mostra a contribuição dos negros e dos mestiços para a formação da cultura do Brasil, e "O Livro dos Livros da Real Biblioteca", escrito por Lilia Moritz Schwarcz e Paulo César de Azevedo, que tornou conhecido o enorme acervo da biblioteca trazida por D. João VI ao Brasil e que hoje faz parte da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
A Odebrecht tem tradição de apoio a projetos culturais: o primeiro data de 1959, quando foi lançado o livro "Homenagem à Bahia Antiga", de autoria do historiador e crítico de arte, José Valladares. "Esta é uma ação sistemática de política social e cultural, complementar à prática da responsabilidade social que norteia o grupo, que se dá pelo empresariamento responsável, que significa, entre outras coisas, prestação de bons serviços e garantia de bons produtos; geração de empregos; preservação do meio ambiente; cumprimento das leis; pagamento de impostos e geração de riquezas para a comunidade", explica Polidoro.
"Ao lado disso, as empresas precisam assumir uma responsabilidade comunitária. Elas não podem ficar alheias a questões presentes no seu entorno. A integração com a comunidade se dá através da geração de riqueza que a empresa proporciona, mas também pelo compartilhamento de tudo o que está além da Economia", prossegue. O caminho deste compartilhar, para a Odebrecht, passa pela ação social e pela Cultura, com enfoque na preservação da história. "Nós assumimos o compromisso de incentivar ações de preservação da memória cultural e histórica das comunidades, e temos feito isso há 45 anos", conclui o diretor.
Prêmio Clarival do Prado Valladares
Inscrições: até 10 de março de 2005 pelo site www.odebrecht.com.br
Anúncio do resultado: primeiro semestre de 2005
Informações para a Imprensa: Quatro Elementos Comunicação e Mkt Cultural
Manoel Carlos Jr.
Nadine Filippe
Renata Nascimento
Tels.: (11) 3541.3774 / 3541.3658
E-mail: fatosenoticias@terra.com.br
Janeiro/2005

As inscrições já estão abertas para projetos de pesquisa que abordem temas ligados à Bahia (onde está localizada a sede da empresa), que representem contribuição para a história do Brasil. "Como na primeira edição do Prêmio, nós vamos selecionar idéias", esclarece Márcio Polidoro, Diretor de Comunicação da Odebrecht. "Posteriormente essas idéias serão transformadas em um livro. Isto é uma inovação no financiamento à produção cultural brasileira".
O projeto vencedor do prêmio, anunciado em 2004, foi "Serviços Urbanos e Movimentos Sociais: Bahia, 1846-1946", da professora e pesquisadora baiana Consuelo Novais Sampaio, que pretende testar a hipótese levantada pelo pesquisador C. A. Carvalho, de que a Bahia teria liderado, através da iniciativa particular, a modernização dos meios de transportes urbanos, na segunda metade do século XIX.
INCRIÇÕES ATÉ 10 DE MARÇO - O regulamento do concurso, em sua edição 2005, está disponível no site www.odebrecht.com.br, onde poderão ser feitas as inscrições, até o dia 10 de março de 2005. Segundo Polidoro, os projetos não precisam ter nenhum formato específico. "Todo o planejamento será definido depois dos resultados, em conjunto com o autor, a comissão julgadora e o Comitê Cultural da Odebrecht". O importante é o ineditismo da idéia, a sua abrangência, a criatividade e a real contribuição para a história do País.
A partir da escolha, a Odebrecht vai assegurar todos os recursos necessários para que o projeto premiado possa ser realizado, em todas as suas fases, com nível de excelência, ou seja, vai patrocinar todas as fases de execução. "Sabemos que grandes projetos sempre demandam tempo e por isso definiremos um cronograma para a publicação do vencedor de cada ano. Por outro lado, acredito que vamos receber projetos com pesquisa já realizada que só precisam do investimento para se tornar um produto", disse Polidoro.
Os trabalhos apresentados passarão por um processo interno de pré-seleção, que será feito pelo Comitê Cultural da Odebrecht. Cinco projetos serão escolhidos e encaminhados para o julgamento de uma comissão externa, formada por pessoas de renome no setor cultural, que definirá o projeto a ser premiado. O resultado será anunciado no primeiro semestre de 2005. A intenção é publicar o livro em 2006.
PROATIVIDADE - A criação do prêmio Clarival do Prado Valladares, importante pesquisador e historiador baiano, que foi um grande colaborador de toda a atividade cultural da Odebrecht, foi uma forma encontrada pela empresa para democratizar o acesso ao patrocínio e dar total transparência ao processo de seleção. "Antes, os projetos eram encaminhados à empresa e as decisões, tomadas criteriosamente. Mas muita gente não sabia como chegar até nós", conta Márcio Polidoro.
"Com o prêmio, fica claro como será feita a inscrição, há prazos definidos, critérios bem estabelecidos e a empresa se coloca de uma maneira proativa, provocando pesquisadores, autores e acadêmicos a identificarem na Bahia temas sociais, econômicos, políticos e artísticos, que precisam ser conhecidos e desvendados para enriquecer o conhecimento da história do Brasil".
A Odebrecht está se dispondo a incentivar a produção cultural, dando a ela um status diferenciado. "Esse caráter de proatividade de nossa parte faz o caminho contrário ao que vemos no Brasil: ao invés de pedir patrocínio, os autores de projetos culturais estão sendo convidados a apresentar suas propostas para que possamos apoiá-los".
Uma outra inovação introduzida pela Odebrecht é a comercialização do livro resultante dos projetos premiados para ampliar seu alcance. "Nós vamos buscar formas de parceria com editoras para que haja a comercialização das edições. Manteremos a política de distribuição gratuita de uma parte de edição, mas as obras vencedoras do prêmio Clarival do Prado Valladares também estarão à venda nas livrarias", explica Polidoro.
ODEBRECHT JÁ PATROCINOU 100 LIVROS EM 45 ANOS - A ação cultural da Odebrecht está prioritariamente voltada para a produção de livros - já foram editados 100 títulos, entre os quais destacam-se "Nordeste Histórico e Monumental", de autoria de Clarival do Prado Valladares, que mostra a arte do Nordeste em quatro volumes; "Mapa - Imagens da Formação Territorial Brasileira", da cartógrafa Isa Adonias, que mostra o acervo da mapoteca do Itamaraty; "Brasil dos Viajantes", de Ana Maria de Moraes Beluzzo, o mais importante estudo sobre viajantes estrangeiros no País, do Descobrimento à Proclamação da República; "A Mão Afro-Brasileira", de Emanoel Araújo, que mostra a contribuição dos negros e dos mestiços para a formação da cultura do Brasil, e "O Livro dos Livros da Real Biblioteca", escrito por Lilia Moritz Schwarcz e Paulo César de Azevedo, que tornou conhecido o enorme acervo da biblioteca trazida por D. João VI ao Brasil e que hoje faz parte da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
A Odebrecht tem tradição de apoio a projetos culturais: o primeiro data de 1959, quando foi lançado o livro "Homenagem à Bahia Antiga", de autoria do historiador e crítico de arte, José Valladares. "Esta é uma ação sistemática de política social e cultural, complementar à prática da responsabilidade social que norteia o grupo, que se dá pelo empresariamento responsável, que significa, entre outras coisas, prestação de bons serviços e garantia de bons produtos; geração de empregos; preservação do meio ambiente; cumprimento das leis; pagamento de impostos e geração de riquezas para a comunidade", explica Polidoro.
"Ao lado disso, as empresas precisam assumir uma responsabilidade comunitária. Elas não podem ficar alheias a questões presentes no seu entorno. A integração com a comunidade se dá através da geração de riqueza que a empresa proporciona, mas também pelo compartilhamento de tudo o que está além da Economia", prossegue. O caminho deste compartilhar, para a Odebrecht, passa pela ação social e pela Cultura, com enfoque na preservação da história. "Nós assumimos o compromisso de incentivar ações de preservação da memória cultural e histórica das comunidades, e temos feito isso há 45 anos", conclui o diretor.
Prêmio Clarival do Prado Valladares
Inscrições: até 10 de março de 2005 pelo site www.odebrecht.com.br
Anúncio do resultado: primeiro semestre de 2005
Informações para a Imprensa: Quatro Elementos Comunicação e Mkt Cultural
Manoel Carlos Jr.
Nadine Filippe
Renata Nascimento
Tels.: (11) 3541.3774 / 3541.3658
E-mail: fatosenoticias@terra.com.br
Janeiro/2005






