Obama diz que não há razão para desculpas pela quebra de sigilio da AP
Após repercussão negativa de diversos casos envolvendo o governo dos EUA e a imprensa, o presidente Barack Obama adotou diferentes discursospara cada questão.
Atualizado em 17/05/2013 às 13:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
uol.com.br/content_file_storage/2013/05/17/ap.gif"> Para presidente americano, governo não deve se desculpar por espionar agência de notícias
De acordo com a Veja , em relação ao escândalo do tratamento político dado pelo Fisco a grupos conservadores, as afirmações do democrata são mais indignadas, com a demissão do chefe da agência fiscal americana e a defesa de que os envolvidos sejam responsabilizados.
Quanto à omissão de informações sobre ameaças terroristas antes do ataque ao consulado em Bengasi, Obama inicialmente classificou anteriormente o caso como “circo político”, mas agora pede medidas para aumentar a segurança das representações americanas no exterior.
Na última quinta-feira (16/5), ao abordar a questão da interceptação de registros telefônicos de jornalistas da Associated Press, o presidente disse: “não tem por que se desculpar” por tentar garantir a segurança nacional. De acordo com o democrata, o objetivo da ação era o de investigar o vazamento de informações confidenciais a respeito de uma operação da CIA no Iêmen, que deram origem a uma reportagem publicada em maio do ano passado pela agência.
Sem mencionar o caso específico, Obama disse que “vazamentos relacionados à segurança nacional podem colocar pessoas em risco”. “Podem colocar em risco homens e mulheres uniformizados que eu enviei a campos de batalha. Podem colocar em risco alguns de nossos funcionários de inteligência envolvidos em várias situações perigosas”, disse o democrata. “Por isso eu não peço desculpas, e não acho que o povo americano esperaria que eu, como comandante em chefe, não esteja preocupado com informações que podem comprometer as missões dessas pessoas ou podem causar sua morte”.
De acordo com a Veja , em relação ao escândalo do tratamento político dado pelo Fisco a grupos conservadores, as afirmações do democrata são mais indignadas, com a demissão do chefe da agência fiscal americana e a defesa de que os envolvidos sejam responsabilizados.
Quanto à omissão de informações sobre ameaças terroristas antes do ataque ao consulado em Bengasi, Obama inicialmente classificou anteriormente o caso como “circo político”, mas agora pede medidas para aumentar a segurança das representações americanas no exterior.
Na última quinta-feira (16/5), ao abordar a questão da interceptação de registros telefônicos de jornalistas da Associated Press, o presidente disse: “não tem por que se desculpar” por tentar garantir a segurança nacional. De acordo com o democrata, o objetivo da ação era o de investigar o vazamento de informações confidenciais a respeito de uma operação da CIA no Iêmen, que deram origem a uma reportagem publicada em maio do ano passado pela agência.
Sem mencionar o caso específico, Obama disse que “vazamentos relacionados à segurança nacional podem colocar pessoas em risco”. “Podem colocar em risco homens e mulheres uniformizados que eu enviei a campos de batalha. Podem colocar em risco alguns de nossos funcionários de inteligência envolvidos em várias situações perigosas”, disse o democrata. “Por isso eu não peço desculpas, e não acho que o povo americano esperaria que eu, como comandante em chefe, não esteja preocupado com informações que podem comprometer as missões dessas pessoas ou podem causar sua morte”.






