"O verdadeiro jornalismo existe", diz participante de Maratona IMPRENSA
Ao analisar o jornalismo como um todo comecei a me questionar se o ofício cumpria sua missão. Por um tempo pensei em mudar de área e mantive-me afastada da profissão.
Atualizado em 31/08/2016 às 16:08, por
Iani Silva e Maratonista IMPRENSA e Jornalista.
um todo comecei a me questionar se o ofício cumpria sua missão. Por um tempo pensei em mudar de área e mantive-me afastada da profissão. Alguns jornalistas e veículos me deram um sopro de esperança e voltei a acreditar na essência dele. Pesquisando sobre o jornalismo, encontrei o Portal IMPRENSA e me inscrevi para a Maratona IMPRENSA de Comunicação, que aconteceu no último sábado, dia 27 de agosto.
Crédito:Gisele Sotto Iani Silva relata sua opinião sobre a Maratona IMPRENSA Tivemos um debate com a antropóloga Valeria Brandini, que explicou a etnografia digital e alguns conceitos da antropologia. Conversamos com a jornalista Teté Ribeiro, que contou como foi escrever o livro “Minhas Duas Meninas”, o qual tem como fio condutor o processo de ter filhos, através de uma barriga de aluguel na Índia. Teté explicou que o livro surgiu de anotações no seu diário, que se tornaram um artigo. Destacou que, para a concepção da obra, fez pesquisas, conversou com profissionais e personagens, o método que um jornalista costumar adotar ao escrever uma história. Comecei a ler o livro no mesmo dia, a narrativa e a história são envolventes. Tivemos uma oficina de SEO e mídias sociais com Ana Brambilla e Ignacio Santolin. Descobri que é possível um jornalista entender de programação e que para um texto ser visto exige mais que uma boa narrativa. Foi tão esclarecedor, dinâmico que me fez visualizar novos horizontes. Toda essa experiência fortaleceu a minha esperança no jornalismo. E ao ouvir o jornalista Lourival Sant’Anna falar sobre sua carreira, projetos e visão do verdadeiro jornalismo, transformou a esperança em confiança real.
Crédito:Gisele Sotto Iani Silva relata sua opinião sobre a Maratona IMPRENSA Tivemos um debate com a antropóloga Valeria Brandini, que explicou a etnografia digital e alguns conceitos da antropologia. Conversamos com a jornalista Teté Ribeiro, que contou como foi escrever o livro “Minhas Duas Meninas”, o qual tem como fio condutor o processo de ter filhos, através de uma barriga de aluguel na Índia. Teté explicou que o livro surgiu de anotações no seu diário, que se tornaram um artigo. Destacou que, para a concepção da obra, fez pesquisas, conversou com profissionais e personagens, o método que um jornalista costumar adotar ao escrever uma história. Comecei a ler o livro no mesmo dia, a narrativa e a história são envolventes. Tivemos uma oficina de SEO e mídias sociais com Ana Brambilla e Ignacio Santolin. Descobri que é possível um jornalista entender de programação e que para um texto ser visto exige mais que uma boa narrativa. Foi tão esclarecedor, dinâmico que me fez visualizar novos horizontes. Toda essa experiência fortaleceu a minha esperança no jornalismo. E ao ouvir o jornalista Lourival Sant’Anna falar sobre sua carreira, projetos e visão do verdadeiro jornalismo, transformou a esperança em confiança real.





