O valor do conteúdo
O valor do conteúdo
IMPRENSA completa, neste setembro, 22 anos e celebra 249 edições de atento olhar sobre o universo do jornalismo e da comunicação. Desde aquela primeira edição, como comprova reportagem especial neste número, muito mudou no fazer jornalístico, menos os princípios fundadores que justificam a existência de uma publicação como IMPRENSA: respeito à liberdade de expressão e imprensa, estímulo à pluralidade de fontes e de múltiplas abordagens, reconhecimento do mercado publicitário como garantia da autonomia dos veículos e, sobretudo, valor do conteúdo jornalístico, esse sim verdadeiro patrimônio que as redações podem oferecer aos seus públicos. Nos últimos 22 anos, IMPRENSA vem insistindo na produção de conteúdo exclusivo. Distante de parecermos óbvios - afinal, não seria este o código genético do jornalismo? - vale o registro pelo muito que se fala atualmente sobre o tema, mas pouco se reconhece do seu real valor de face. Investir em conteúdo, quando aparentemente toda informação está disponível de maneira gratuita e instantânea a qualquer pessoa minimamente conectada, é o melhor que temos a fazer por nossos leitores e pelo jornalismo. Isso é o que nos motiva. Isso tem sido o que nos sustenta. Esta é, hoje, nossa maior bandeira.
***
Aproveitamos para agradecer a colaboração de nossos colunistas - colegas e amigos dessa trajetória - que iluminaram as filigranas da revista IMPRENSA nos últimos anos. Nominalmente: Ariel Palácios, Ary Moraes, Fernando Jorge, Francisco Viana, Meyre Anne Brito, Murillo de Aragão e Paulo Nassar. Já os novos colunistas anunciados nesta edição, sucessores daqueles após a reforma de nossa área opinativa, não os substituem, absolutamente, mas criam novos caminhos temáticos que estimularão os leitores a pensar sobre o presente e o futuro do jornalismo e da comunicação a partir de outras vinhetas.
Aos primeiros, nossa gratidão; aos segundos, nossas boas-vindas.
Leia o editorial completo na edição 249 de IMPRENSA






