O talento musical de Celso Cardoso e as peças teatrais de Danilo Marcks
Coração dividido Crédito:Divulgação Um é mais maduro, calmo, sublime. Já o outro é aquela paixão que mexe com o organismo, que dá frio na barriga e te tira do chão.
Atualizado em 04/12/2014 às 13:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
mais maduro, calmo, sublime. Já o outro é aquela paixão que mexe com o organismo, que dá frio na barriga e te tira do chão. É dessa forma que Celso Cardoso define seus dois grandes amores: o jornalismo e a música. O atual apresentador do “Gazeta Esportiva” e editor de esportes do “Jornal da Gazeta” tem que se desdobrar para conciliar as duas atividades. Como os shows acontecem à noite, fica mais fácil lidar com a jornada dupla.
Em 1987, Celso deu os primeiros passos na carreira como locutor na Diário FM, em Ribeirão Preto (SP). Quatro anos depois, foi contratado pela TV Gazeta, onde segue até hoje. Mesmo tendo o esporte como “carro-chefe”, um dos momentos mais importantes de sua carreia foi durante a visita de Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, ao Brasil, em 1991. “Lembro de ter me emocionado no ar enquanto reproduzia parte do discurso dele no Palácio dos Bandeirantes. Foi memorável.”
Embora a música fosse uma paixão de menino, ela só realmente deu as caras em 2007, quando foi convidado a montar um projeto para apresentações em algumas casas noturnas em São Paulo. Após aparecer nos programas de Ione Borges e Ronnie Von, na TV Gazeta, começaram a “brotar” convites para shows. “Em 2009, aconteceu o lançamento do meu primeiro CD, com a participação do trombonista Bocato e do cantor e compositor Kiko Zambianchi. Foi um dos shows mais emocionantes que já realizei.”
Jornalista a(u)tor Crédito:Sérgio Santoian Antes mesmo de ser alfabetizado, os brinquedos do jornalista e dramaturgo Danilo Marcks não eram nada tradicionais. Os carrinhos e jogos de tabuleiro deram espaço ao rádio e um microfone, usados para gravar programas de mentirinha.
Quando cresceu, não foi surpresa para os pais a decisão de cursar Rádio e TV e Jornalismo. Com passagens pelas rádios Tupi, Nativa e no departamento de comunicação do governo do Estado do Rio de Janeiro, Marcks despertou para o teatro quase por acaso. Com uma rotina exaustiva de trabalho no jornalismo, desenvolveu problemas de insônia e estresse e, ao procurar um médico, foi recomendado a fazer alguma atividade prazerosa.
Escolheu o mundo das artes e nunca mais largou. Em 2008, se formou em Artes Dramáticas e deixou de vez o jornalismo. Mas nem tudo foi esquecido. Aproveitou-se do dom para a escrita e o aplicou na dramaturgia. Sua primeira peça foi “Eu não sei dançar”, inspirada na música homônima de Marina Lima, ganhando o prêmio de autor revelação no Festival de Teatro de Macaé (RJ).
Ele, que atualmente integra o Núcleo de Dramaturgia do Sesi-British Council, também é autor da peça “Como a chuva nos falta”, encenada no Rio de Janeiro, em 2012. Os personagens contracenavam dentro de um apartamento em Copacabana, trazendo ao público mais proximidade com a história.

Em 1987, Celso deu os primeiros passos na carreira como locutor na Diário FM, em Ribeirão Preto (SP). Quatro anos depois, foi contratado pela TV Gazeta, onde segue até hoje. Mesmo tendo o esporte como “carro-chefe”, um dos momentos mais importantes de sua carreia foi durante a visita de Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, ao Brasil, em 1991. “Lembro de ter me emocionado no ar enquanto reproduzia parte do discurso dele no Palácio dos Bandeirantes. Foi memorável.”
Embora a música fosse uma paixão de menino, ela só realmente deu as caras em 2007, quando foi convidado a montar um projeto para apresentações em algumas casas noturnas em São Paulo. Após aparecer nos programas de Ione Borges e Ronnie Von, na TV Gazeta, começaram a “brotar” convites para shows. “Em 2009, aconteceu o lançamento do meu primeiro CD, com a participação do trombonista Bocato e do cantor e compositor Kiko Zambianchi. Foi um dos shows mais emocionantes que já realizei.”
Jornalista a(u)tor Crédito:Sérgio Santoian Antes mesmo de ser alfabetizado, os brinquedos do jornalista e dramaturgo Danilo Marcks não eram nada tradicionais. Os carrinhos e jogos de tabuleiro deram espaço ao rádio e um microfone, usados para gravar programas de mentirinha.
Quando cresceu, não foi surpresa para os pais a decisão de cursar Rádio e TV e Jornalismo. Com passagens pelas rádios Tupi, Nativa e no departamento de comunicação do governo do Estado do Rio de Janeiro, Marcks despertou para o teatro quase por acaso. Com uma rotina exaustiva de trabalho no jornalismo, desenvolveu problemas de insônia e estresse e, ao procurar um médico, foi recomendado a fazer alguma atividade prazerosa.
Escolheu o mundo das artes e nunca mais largou. Em 2008, se formou em Artes Dramáticas e deixou de vez o jornalismo. Mas nem tudo foi esquecido. Aproveitou-se do dom para a escrita e o aplicou na dramaturgia. Sua primeira peça foi “Eu não sei dançar”, inspirada na música homônima de Marina Lima, ganhando o prêmio de autor revelação no Festival de Teatro de Macaé (RJ).
Ele, que atualmente integra o Núcleo de Dramaturgia do Sesi-British Council, também é autor da peça “Como a chuva nos falta”, encenada no Rio de Janeiro, em 2012. Os personagens contracenavam dentro de um apartamento em Copacabana, trazendo ao público mais proximidade com a história.






