"O humor pode nos salvar", diz Lucia Hippolito sobre recuperação de doença autoimune
Jornalista participou do "Programa do Jô" na última terça-feira
Atualizado em 10/09/2014 às 11:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última terça-feira (9/9), em entrevista ao "Programa do Jô", a jornalista e cientista política Lucia Hippolito contou como tem enfrentado a recuperação da síndrome de Guillain-Barré, doença autoimune que leva à perda da habilidade de grupos musculares.
Crédito:Divulgação Há mais de dois anos jornalista se recupera da síndrome de Guillain-Barré
A jornalista contou que há dois anos estava de férias na França quando a doença se manifestou. "Eu perdi os movimentos das pernas, dos braços e a voz. O meu rosto parecia que tinha tomado uma overdose de botox", relatou.
Segundo Lucia, as dores e as dificuldades provocadas pela síndrome a fizeram desejar a morte. "Teve alguns dias em que eu quis morrer para liquidar tudo de uma vez. Essa é uma doença infernal", revelou.
Apesar dos desafios provocados pela doença, a jornalista relatou alguns momentos descontraídos em sua recuperação. "Teve um dia em que uma enfermeira gorda caiu por cima de mim. A gente tem que rir um pouco, porque o humor pode nos salvar", brincou.
Lucia comemorou a visível melhora no movimento das mãos e os passos que consegue dar no andador. "Para mim é uma vitória. Cada dia é uma melhora, mesmo que milimétrica", reforçou a jornalista.
Autora de três livros sobre política, Lucia Hippolito - vencedora por cinco vezes do "Troféu Mulher IMPRENSA", promovido por IMPRENSA Editorial - integra a equipe da rádio CBN no Rio de Janeiro. Passou pela GloboNews e UOL News e também presta consultoria política para diversas empresas.
Crédito:Divulgação Há mais de dois anos jornalista se recupera da síndrome de Guillain-Barré
A jornalista contou que há dois anos estava de férias na França quando a doença se manifestou. "Eu perdi os movimentos das pernas, dos braços e a voz. O meu rosto parecia que tinha tomado uma overdose de botox", relatou.
Segundo Lucia, as dores e as dificuldades provocadas pela síndrome a fizeram desejar a morte. "Teve alguns dias em que eu quis morrer para liquidar tudo de uma vez. Essa é uma doença infernal", revelou.
Apesar dos desafios provocados pela doença, a jornalista relatou alguns momentos descontraídos em sua recuperação. "Teve um dia em que uma enfermeira gorda caiu por cima de mim. A gente tem que rir um pouco, porque o humor pode nos salvar", brincou.
Lucia comemorou a visível melhora no movimento das mãos e os passos que consegue dar no andador. "Para mim é uma vitória. Cada dia é uma melhora, mesmo que milimétrica", reforçou a jornalista.
Autora de três livros sobre política, Lucia Hippolito - vencedora por cinco vezes do "Troféu Mulher IMPRENSA", promovido por IMPRENSA Editorial - integra a equipe da rádio CBN no Rio de Janeiro. Passou pela GloboNews e UOL News e também presta consultoria política para diversas empresas.





