O empreendedorismo de Paulo Santos e os pianos de SP visitados por Alessa Camarinha
Desbravando a indústria dos games O jornalista Paulo Luís Santos, 31, fundador da Flux Game Studio, é o responsável pela diversão de muita gente.
Atualizado em 02/10/2013 às 16:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista Paulo Luís Santos, 31, fundador da Flux Game Studio, é o responsável pela diversão de muita gente. A empresa fez o primeiro aniversário em julho, mas já conta com mais de dez pessoas na equipe e uma série de sucessos. Na internet, “V de Vinagre” foi jogado por mais de 100 mil pessoas em quatro dias, após os conflitos com a Polícia Militar de 13 de junho.
Crédito:Divulgação Já “Avenida Fighter”, sátira da novela “Avenida Brasil”, com destaque no UOL, teve outras centenas de milhares de jogadores. Para chegar lá, teve que passar de fase algumas vezes. Antes de se formar jornalista pela USP, passou pelas faculdades de Rádio & TV e Música. Trabalhou no site do Corinthians; UOL Esporte, cobrindo Olimpíadas e depois tênis; e no iG, com música e cultura pop. Até se cansar da rotina online e passar ao jornalismo corporativo produzindo revistas de comunicação interna.
Resolveu então fazer um mochilão pela Europa. “Melhor decisão da história!”, lembra ele. Foi quando leu um anúncio sobre a indústria dos games e despertou para ela. De volta ao Brasil, cursou uma pós-graduação na área pelo Senac. E lá foi ele, em 2010, cuidar de gestão na Level Up! Games; na concorrente Aeria Games; até passar por empresa de jogos educativos, quando enfim abriu a sua própria. O que sobrou do jornalismo? “Ser um bom comunicador ajuda a ser um bom gestor”, diz ele. Fora isso, em geral consegue boa cobertura do que sua empresa faz, com seus “super-poderes de invocar a imprensa”.
As notas da cidade Sabe aquela velha história de que as paredes têm ouvidos? Não são apenas elas. Para a musicista Alessa Camarinha, os pianos não só escutam, como estão cheios de histórias para contar. Formada em jornalismo pela PUC, ela também é professora de canto e idealizadora do projeto “Alessa, a Cidade e os Pianos”, que conta a história de alguns lugares da capital paulista tendo como ponto de partida o instrumento musical que abrigam.
Crédito:Divulgação Sua relação com a música surgiu desde pequena, mas, diante dos comentários de que a carreira não daria estabilidade financeira, ela apostou suas fichas no jornalismo. Mas o gosto pelo piano sempre falou mais alto. “Já estava cursando faculdade de música quando precisava de um lugar para me apresentar. Foi quando um professor sugeriu que eu fosse atrás de algum restaurante que tivesse um piano para eu praticar”, conta Alessa, sobre o começo de seu projeto.
De lá para cá a musicista não parou mais. No blog que leva o nome do projeto, ela posta vídeos e narrativas sobre pianos famosos, como o tcheco August Förster, de 1890, içado até o 47º andar em um dos restaurantes mais tradicionais da capital paulista: o Terraço Itália. Com o projeto, a musicista tem grandes planos: descaracterizar o mito de que o piano é para poucos. Por meio de suas histórias, ela quer mostrar que, mesmo em meio ao país do violão, o instrumento clássico também tem valor.

Crédito:Divulgação Já “Avenida Fighter”, sátira da novela “Avenida Brasil”, com destaque no UOL, teve outras centenas de milhares de jogadores. Para chegar lá, teve que passar de fase algumas vezes. Antes de se formar jornalista pela USP, passou pelas faculdades de Rádio & TV e Música. Trabalhou no site do Corinthians; UOL Esporte, cobrindo Olimpíadas e depois tênis; e no iG, com música e cultura pop. Até se cansar da rotina online e passar ao jornalismo corporativo produzindo revistas de comunicação interna.
Resolveu então fazer um mochilão pela Europa. “Melhor decisão da história!”, lembra ele. Foi quando leu um anúncio sobre a indústria dos games e despertou para ela. De volta ao Brasil, cursou uma pós-graduação na área pelo Senac. E lá foi ele, em 2010, cuidar de gestão na Level Up! Games; na concorrente Aeria Games; até passar por empresa de jogos educativos, quando enfim abriu a sua própria. O que sobrou do jornalismo? “Ser um bom comunicador ajuda a ser um bom gestor”, diz ele. Fora isso, em geral consegue boa cobertura do que sua empresa faz, com seus “super-poderes de invocar a imprensa”.
As notas da cidade Sabe aquela velha história de que as paredes têm ouvidos? Não são apenas elas. Para a musicista Alessa Camarinha, os pianos não só escutam, como estão cheios de histórias para contar. Formada em jornalismo pela PUC, ela também é professora de canto e idealizadora do projeto “Alessa, a Cidade e os Pianos”, que conta a história de alguns lugares da capital paulista tendo como ponto de partida o instrumento musical que abrigam.
Crédito:Divulgação Sua relação com a música surgiu desde pequena, mas, diante dos comentários de que a carreira não daria estabilidade financeira, ela apostou suas fichas no jornalismo. Mas o gosto pelo piano sempre falou mais alto. “Já estava cursando faculdade de música quando precisava de um lugar para me apresentar. Foi quando um professor sugeriu que eu fosse atrás de algum restaurante que tivesse um piano para eu praticar”, conta Alessa, sobre o começo de seu projeto.
De lá para cá a musicista não parou mais. No blog que leva o nome do projeto, ela posta vídeos e narrativas sobre pianos famosos, como o tcheco August Förster, de 1890, içado até o 47º andar em um dos restaurantes mais tradicionais da capital paulista: o Terraço Itália. Com o projeto, a musicista tem grandes planos: descaracterizar o mito de que o piano é para poucos. Por meio de suas histórias, ela quer mostrar que, mesmo em meio ao país do violão, o instrumento clássico também tem valor.






