"NYT" quer ampliar presença nas redes sociais e promover crescimento internacional
Durante participação no Congresso da Associação Internacional de Jornais e Publishers, realizado em Washington (EUA), o editor do jornal&nbs
Atualizado em 03/06/2015 às 12:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Durante participação no Congresso da Associação Internacional de Jornais e Publishers, realizado em Washington (EUA), o editor do jornal , Arthur Sulzberger, disse que pretende aumentar a presença da publicação nas redes sociais e produzir reportagens para celulares e tablets, além de promover o crescimento internacional.
Crédito:Wikimedia commons Jornal defende Facebook como parceiro e não concorrente
Segundo a Folha de S.Paulo , o editor ressaltou que a audiência digital do NYT cresceu 23% no último ano, após a divulgação de um relatório interno apontando que o jornal estava "muito atrasado" na transição digital.
"Todas aquelas recomendações foram aplicadas em menos de um ano. Levamos nossas reportagens aonde o leitor está, em seu celular, nas redes sociais", reforçou. Ele também comentou o fim da reunião de primeira página para focar no site e nas mídias sociais.
Segundo Sulzberger, a metade dos leitores entre 20 e 34 anos acessam às reportagens do jornal pelo Facebook. Para ele, a rede social não se torna concorrente, mas uma "importante plataforma para chegar aos leitores".
Crédito:Wikimedia commons Jornal defende Facebook como parceiro e não concorrente
Segundo a Folha de S.Paulo , o editor ressaltou que a audiência digital do NYT cresceu 23% no último ano, após a divulgação de um relatório interno apontando que o jornal estava "muito atrasado" na transição digital.
"Todas aquelas recomendações foram aplicadas em menos de um ano. Levamos nossas reportagens aonde o leitor está, em seu celular, nas redes sociais", reforçou. Ele também comentou o fim da reunião de primeira página para focar no site e nas mídias sociais.
Segundo Sulzberger, a metade dos leitores entre 20 e 34 anos acessam às reportagens do jornal pelo Facebook. Para ele, a rede social não se torna concorrente, mas uma "importante plataforma para chegar aos leitores".





