“Nunca imaginei ganhar um prêmio nessa categoria”, diz Andréia Sadi, vencedora do "Troféu Mulher IMPRENSA"
Foi com muita elegância e postura impecável que Andréia Sadi subiu ao palco para receber o prêmio de melhor repórter de telejornal. A jornal
ista da GloboNews foi uma das 17 vencedoras homenageadas na última segunda-feira (10), pela 12ª edição do "Troféu Mulher IMPRENSA", no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.
Crédito: Edwaldo Costa e Heron MarquesEssa é a primeira vez que Andréia integra o time de vencedoras da premiação. Para ela, o mais inédito é o fato de que nunca imaginou concorrer nessa categoria. “Nunca imaginei que eu pudesse trabalhar no telejornalismo, pois minha origem é de jornal impresso. É muito legal estar ganhando um prêmio por uma coisa que eu nem sabia que sabia fazer (risos). Então, é uma dupla honra: ser indicada e ainda poder ganhar nessa categoria”, explica.
A repórter de política já atuou em diversos veículos de comunicação, como Estadão , IG, G1 e Folha de S. Paulo. Em setembro de 2015, passou a integrar a equipe da GloboNews, onde foi chamada para entrar ao vivo já no primeiro dia de trabalho.
Para ela, o respeito à profissão ultrapassa as barreiras do jornalismo feminino e, assim, se impõe sobre quaisquer preconceitos que possa sofrer dentro da redação. “É difícil ser mulher em qualquer situação, ainda mais em política que é um ambiente muito machista. Mas sempre me reafirmo como jornalista, independente de ser mulher ou homem, tem que falar comigo de igual para igual”, esclarece.
Andréia dedicou o troféu ao irmão, ao marido e ao professor e também jornalista Jorge Bastos Moreno, que, segundo ela, são exemplos maravilhosos de homens e pela como enxergam as mulheres.






