"Nunca fiquei babando ovo para ninguém", diz Galvão Bueno em entrevista à "Veja"
O narrador da TV Globo comentou o desempenho da Seleção e de seus colegas de transmissão, além de reafirmar que não pensa em se aposentar
Atualizado em 21/07/2014 às 17:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em entrevista às páginas amarelas da revista Veja desta semana (23/7), o locutor esportivo da Rede Globo, Galvão Bueno, comentou o desempenho da Seleção Brasileira e de seus colegas na Copa do Mundo e respondeu as críticas. "Para aqueles que dizem que exagero, gostaria que ouvissem narrações de locutores de outros países. Sou até contido", disse.
Crédito:Divulgação Narrador descarta aposentadoria antes da Copa na Rússia, em 2018
Após a derrota da Seleção Brasileira por 7 a 1 contra a Alemanha, Galvão apareceu no programa de Luciano Huck para comentar a eliminação. O apresentador comparou o fato com o atentado às Torres Gêmeas nos EUA, em 11 de setembro de 2001, e foi repreendido pelo narrador ao vivo.
"Houve reações exageradas, sim. No caso do Luciano, eu falei na hora para ele: 'Pois é, Luciano, são coisas diferentes. Lá as consequências foram outras'. Mas quem não erra na vida?", disse Galvão à Veja , citando como exemplo um episódio na Copa de 1990 em que narrou um gol errado.
Sobre possíveis exageros ou contradições no tratamento que deu ao técnico Luiz Felipe Scolari e ao atacante Neymar Jr. durante as transmissões, Galvão se defendeu. "Nunca fiquei babando ovo para ninguém. [...] Mas as pessoas não podem esquecer que eu estou lá para animar o espetáculo, para vender emoções", afirmou.
Sobre o trabalho de Ronaldo Nazário como comentarista, Galvão disse que as críticas do público são normais. Segundo ele, as expectativas eram altas em relação ao ex-atacante da seleção. Já sobre o tempo dividindo a tela com Patrícia Poeta durante o "Jornal Nacional", o narrador elogiou a colega e o editor-chefe Willian Bonner: "Nos deu espaço e incentivou-nos o tempo todo".
Por fim, Galvão voltou a descartar a possibilidade de se aposentar antes da Copa de 2018. "Foram-me propostas coisas novas. [...] Voltei atrás, sim. Não tenho motivos para parar agora", finalizou.
Crédito:Divulgação Narrador descarta aposentadoria antes da Copa na Rússia, em 2018
Após a derrota da Seleção Brasileira por 7 a 1 contra a Alemanha, Galvão apareceu no programa de Luciano Huck para comentar a eliminação. O apresentador comparou o fato com o atentado às Torres Gêmeas nos EUA, em 11 de setembro de 2001, e foi repreendido pelo narrador ao vivo.
"Houve reações exageradas, sim. No caso do Luciano, eu falei na hora para ele: 'Pois é, Luciano, são coisas diferentes. Lá as consequências foram outras'. Mas quem não erra na vida?", disse Galvão à Veja , citando como exemplo um episódio na Copa de 1990 em que narrou um gol errado.
Sobre possíveis exageros ou contradições no tratamento que deu ao técnico Luiz Felipe Scolari e ao atacante Neymar Jr. durante as transmissões, Galvão se defendeu. "Nunca fiquei babando ovo para ninguém. [...] Mas as pessoas não podem esquecer que eu estou lá para animar o espetáculo, para vender emoções", afirmou.
Sobre o trabalho de Ronaldo Nazário como comentarista, Galvão disse que as críticas do público são normais. Segundo ele, as expectativas eram altas em relação ao ex-atacante da seleção. Já sobre o tempo dividindo a tela com Patrícia Poeta durante o "Jornal Nacional", o narrador elogiou a colega e o editor-chefe Willian Bonner: "Nos deu espaço e incentivou-nos o tempo todo".
Por fim, Galvão voltou a descartar a possibilidade de se aposentar antes da Copa de 2018. "Foram-me propostas coisas novas. [...] Voltei atrás, sim. Não tenho motivos para parar agora", finalizou.





