“Nunca espero repercussão”, diz Gregório Duvivier sobre crônicas na "Folha"
Humorista reuniu suas produções no livro "Put Some Farofa"
Atualizado em 08/12/2014 às 16:12, por
Alana Rodrigues*.
"Hello, Gringo! Welcome to Brazil. Não repara a bagunça. Don't repair the mess". O trecho abre a que dá nome ao mais recente livro de Gregório Duvivier, "Put Some Farofa", lançado pela Companhia das Letras. Nele, o ator, comediante, roteirista e escritor reúne os textos publicados na Folha de S.Paulo , esquetes escritos para o Porta dos Fundos e inéditos.
Crédito:Divulgação Após reunir crônica em livro, Gregório Duvivier prepara um romance
A obra inclui artigos de opinião, ficções e memórias retratados sempre com um quê humorístico e observação crítica dos acontecimentos do dia a dia. Gregório conta que a ideia da coletânea de suas produções foi de Sofia Mariutti, editora da Companhia das Letras. "Surgiu de uma vontade de reunir a prosa", diz.
A crônica que dá título à obra cria uma conversa imaginária de um brasileiro com um gringo ao visitar o Brasil durante a Copa. O texto teve mais de 230 mil compartilhamentos e foi comentado inclusive num artigo do jornal americano The Washington Post . Duvivier diz que a repercussão é sempre uma surpresa.
Crédito:Divulgação Obra traz roteiros, crônicas e textos inéditos
“Nunca espero repercussão. Uma coisa que aprendemos na Porta dos Fundos é que a viralização sempre te pega de surpresa. Os vídeos que eu acho que vão bombar em geral não bombam e os que eu menos acredito são os que viralizam. O mesmo acontece com as crônicas da Folha . A recepção é sempre um mistério, e sempre me surpreende”, afirma.
Desde o pré-lançamento, a editora tem lançado com o autor lendo seus textos. Um dos preferidos dele é , publicada no ano passado. A narrativa recorre a três personagens para contar a rotina num sanatório, no qual cada um deles revela a real personalidade do outro.
Duvivier diz que o desafio de produzir em diversas plataformas é entregar um produto de qualidade. “Hoje em dia, temos um público fiel que aguarda ansiosamente nossos lançamentos. Fica cada vez mais difícil alcançar essa expectativa. Mas estou gostando muito do desafio”, acrescenta.
Para ele, a arte sempre acompanhou a crítica social. “Castigat ridendo mores [do latim, castigar os costumes pelo riso]. Para isso serve a arte: mudar o mundo através do riso, da poesia, da beleza”, completa.
Também autor dos livros "A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora" e "Ligue os pontos - Poemas de amor e Big Bang", o escritor pretende investir em mais uma obra no próximo ano. Desta vez, um romance. Além das letras, Duvivier vai para o cinema, na produção do filme do Porta dos Fundos.
*Com supervisão de Vanessa Gonçalves.
Crédito:Divulgação Após reunir crônica em livro, Gregório Duvivier prepara um romance
A obra inclui artigos de opinião, ficções e memórias retratados sempre com um quê humorístico e observação crítica dos acontecimentos do dia a dia. Gregório conta que a ideia da coletânea de suas produções foi de Sofia Mariutti, editora da Companhia das Letras. "Surgiu de uma vontade de reunir a prosa", diz.
A crônica que dá título à obra cria uma conversa imaginária de um brasileiro com um gringo ao visitar o Brasil durante a Copa. O texto teve mais de 230 mil compartilhamentos e foi comentado inclusive num artigo do jornal americano The Washington Post . Duvivier diz que a repercussão é sempre uma surpresa.
Crédito:Divulgação Obra traz roteiros, crônicas e textos inéditos
“Nunca espero repercussão. Uma coisa que aprendemos na Porta dos Fundos é que a viralização sempre te pega de surpresa. Os vídeos que eu acho que vão bombar em geral não bombam e os que eu menos acredito são os que viralizam. O mesmo acontece com as crônicas da Folha . A recepção é sempre um mistério, e sempre me surpreende”, afirma.
Desde o pré-lançamento, a editora tem lançado com o autor lendo seus textos. Um dos preferidos dele é , publicada no ano passado. A narrativa recorre a três personagens para contar a rotina num sanatório, no qual cada um deles revela a real personalidade do outro.
Duvivier diz que o desafio de produzir em diversas plataformas é entregar um produto de qualidade. “Hoje em dia, temos um público fiel que aguarda ansiosamente nossos lançamentos. Fica cada vez mais difícil alcançar essa expectativa. Mas estou gostando muito do desafio”, acrescenta.
Para ele, a arte sempre acompanhou a crítica social. “Castigat ridendo mores [do latim, castigar os costumes pelo riso]. Para isso serve a arte: mudar o mundo através do riso, da poesia, da beleza”, completa.
Também autor dos livros "A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora" e "Ligue os pontos - Poemas de amor e Big Bang", o escritor pretende investir em mais uma obra no próximo ano. Desta vez, um romance. Além das letras, Duvivier vai para o cinema, na produção do filme do Porta dos Fundos.
*Com supervisão de Vanessa Gonçalves.





