Número de correspondentes mortos em ação aumentou em 2014, diz relatório do CPJ
Pelo menos 60 jornalistas morreram no exercício da profissão em 2014, segundo o relatório anual do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).
Atualizado em 23/12/2014 às 13:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
no exercício da profissão em 2014, segundo o relatório anual do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Ainda são investigadas as mortes de 18 repórteres para determinar se estão relacionadas ao ofício.
Crédito:Reprodução Mahran al Deeri era correspondente da Al Jazeera na Síria
Segundo o relatório, 25% dos jornalistas assassinados em 2014 eram correspondentes estrangeiros, o dobro dos anos anteriores. O levantamento aponta que as execuções cometidas pelo grupo Estado Islâmico (EI) transformaram o ano em um dos anos mais violentos para a profissão.
Entre as vítimas de 2014 aparecem os jornalistas americanos James Foley e Steve Sotloff, que foram decapitados pelo grupo jihadista e tiveram suas mortes filmadas e divulgadas na internet, afirma AFP.
O Paraguai registrou duas mortes de jornalistas no exercício da profissão, México e Brasil tiveram duas, cada um. Outro dado que chama atenção vem da Ucrânia. No país, que desde 2001 não registrava morte de jornalistas estrangeiros, ocorreram seis mortes em 2014.
Os jornalistas ocidentais representam uma "proporção elevada" entre os mortos, ainda assim mais da metade dos repórteres assassinados em 2014 eram do Oriente Médio. No total, 38% destas mortes aconteceram em zonas de combate ou em tiroteios.
Crédito:Reprodução Mahran al Deeri era correspondente da Al Jazeera na Síria
Segundo o relatório, 25% dos jornalistas assassinados em 2014 eram correspondentes estrangeiros, o dobro dos anos anteriores. O levantamento aponta que as execuções cometidas pelo grupo Estado Islâmico (EI) transformaram o ano em um dos anos mais violentos para a profissão.
Entre as vítimas de 2014 aparecem os jornalistas americanos James Foley e Steve Sotloff, que foram decapitados pelo grupo jihadista e tiveram suas mortes filmadas e divulgadas na internet, afirma AFP.
O Paraguai registrou duas mortes de jornalistas no exercício da profissão, México e Brasil tiveram duas, cada um. Outro dado que chama atenção vem da Ucrânia. No país, que desde 2001 não registrava morte de jornalistas estrangeiros, ocorreram seis mortes em 2014.
Os jornalistas ocidentais representam uma "proporção elevada" entre os mortos, ainda assim mais da metade dos repórteres assassinados em 2014 eram do Oriente Médio. No total, 38% destas mortes aconteceram em zonas de combate ou em tiroteios.





