Novo presidente do STF prevê “tédio” na TV Justiça sem julgamentos ao vivo
Lewandowski entende que canal será entediante em sua gestão. Ele faz referência ao fim da transmissão de ações criminais a políticos na TV.
Atualizado em 12/09/2014 às 17:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
O novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, prevê que as transmissões da TV Justiça podem ser “tediosas” em sua gestão. O ministro acredita que o do julgamento em plenário de ação criminal contra políticos deixará as sessões pouco atrativas para a imprensa e a opinião pública.
Crédito:Divulgação/STF Ministro cogita transmissão via internet dos julgamentos do STF
Segundo a coluna "Painel", da Folha de S.Paulo , a exibição de debates entre os magistrados da casa teria marcado a era de Joaquim Barbosa no comando do órgão judiciário. Só que, ainda quando comandava o colegiado, o STF transferiu as discussões sobre ações penais para as turmas, compostas por cinco ministros cada. “Vai ser um tédio”, ironizou Lewandowski após sua posse.
Na avaliação do presidente, o plenário continuará a decidir casos importantes, mas que não possuem o apelo como o “mensalão”. “Muitos assuntos de grande interesse ficarão lá”, disse ele. Sem poder transmitir pela televisão, ele estaria estudando a hipótese de exibir as sessões da turma no site do Supremo. “A transmissão na TV não ocorrerá, mas na internet pode ser pensada”, afirmou.
“O brasileiro costuma achar que tudo o que acontece a portas fechadas envolve tenebrosas transações”, disse o ministro Luiz Roberto Barroso, sobre a possibilidade de o público estranhar o fim da veiculação de ações contra políticos no canal judicial. Embora tenha sido favorável à mudança, ele diz que ela foi um avanço para a transparência. “É uma bela jabuticaba”, brinca Barroso.
Crédito:Divulgação/STF Ministro cogita transmissão via internet dos julgamentos do STF
Segundo a coluna "Painel", da Folha de S.Paulo , a exibição de debates entre os magistrados da casa teria marcado a era de Joaquim Barbosa no comando do órgão judiciário. Só que, ainda quando comandava o colegiado, o STF transferiu as discussões sobre ações penais para as turmas, compostas por cinco ministros cada. “Vai ser um tédio”, ironizou Lewandowski após sua posse.
Na avaliação do presidente, o plenário continuará a decidir casos importantes, mas que não possuem o apelo como o “mensalão”. “Muitos assuntos de grande interesse ficarão lá”, disse ele. Sem poder transmitir pela televisão, ele estaria estudando a hipótese de exibir as sessões da turma no site do Supremo. “A transmissão na TV não ocorrerá, mas na internet pode ser pensada”, afirmou.
“O brasileiro costuma achar que tudo o que acontece a portas fechadas envolve tenebrosas transações”, disse o ministro Luiz Roberto Barroso, sobre a possibilidade de o público estranhar o fim da veiculação de ações contra políticos no canal judicial. Embora tenha sido favorável à mudança, ele diz que ela foi um avanço para a transparência. “É uma bela jabuticaba”, brinca Barroso.





