Novo presidente das Filipinas defende morte de "jornalistas corruptos"
O novo presidente eleito das Filipinas, Rodrigo Duterte, declarou que jornalistas considerados corruptos merecem ser assassinados. A afirmação foi feita na última terça-feira (31/5), durante um evento para a imprensa, em Davao.
Atualizado em 01/06/2016 às 16:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
, Rodrigo Duterte, declarou que jornalistas considerados corruptos merecem ser assassinados. A afirmação foi feita na última terça-feira (31/5), durante um evento para a imprensa, em Davao.
Crédito:Wikimedia commons
Presidente causou polêmica ao defender assassinatos de jornalistas
De acordo com o Washington Post , ao ser questionado sobre as mortes de profissionais da imprensa nos últimos anos nas Filipinas, o político respondeu: "Só porque você é jornalista não está isento de ser assassinado se for um filho da p****".
"A maior parte dos que morreram, para ser franco, fizeram algo errado. Você não será morto se não fizer nada errado", acrescentou. O país é considerado um dos mais perigosos do mundo para jornalistas, com 174 homicídios desde o fim da ditadura de Ferdinand Marcos há 30 anos.
Duterte disse também que a liberdade de expressão não necessariamente protege de violentas repercussões por difamação. "Isto não pode ser liberdade de expressão. A constituição não pode ajudá-lo se você desrespeitar alguém".
A União Nacional de Jornalistas das Filipinas condenou o pronunciamento e classificou as declarações do presidente como "grosserias" e desrespeitosas aos profissionais de imprensa que foram mortos.
Crédito:Wikimedia commons
Presidente causou polêmica ao defender assassinatos de jornalistas De acordo com o Washington Post , ao ser questionado sobre as mortes de profissionais da imprensa nos últimos anos nas Filipinas, o político respondeu: "Só porque você é jornalista não está isento de ser assassinado se for um filho da p****".
"A maior parte dos que morreram, para ser franco, fizeram algo errado. Você não será morto se não fizer nada errado", acrescentou. O país é considerado um dos mais perigosos do mundo para jornalistas, com 174 homicídios desde o fim da ditadura de Ferdinand Marcos há 30 anos.
Duterte disse também que a liberdade de expressão não necessariamente protege de violentas repercussões por difamação. "Isto não pode ser liberdade de expressão. A constituição não pode ajudá-lo se você desrespeitar alguém".
A União Nacional de Jornalistas das Filipinas condenou o pronunciamento e classificou as declarações do presidente como "grosserias" e desrespeitosas aos profissionais de imprensa que foram mortos.





