Novo ministro das Comunicações da Argentina promete rever a lei de meios
O novo ministro das Comunicações da Argentina, Oscar Aguad, afirmou que modificará a lei de meios instaurada no país durante o governo da ex
Atualizado em 14/12/2015 às 14:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
-presidente Cristina Kirchner e que determina o desmembramento de grandes conglomerados de comunicação, como é o caso do .
Crédito:Reprodução Ministro quer reverter lei de meios aprovada por Cristina Kirchner
De acordo com a Folha de S.Paulo , o ministro afirmou considerar a lei "intimidadora" para veículos independentes e ressaltou que modificá-la seria como "promover a liberdade de expressão no país".
"A norma foi criada para aniquilar meios de comunicação, como o Grupo Clarín e também outros com os que o governo não estava de acordo. A regulação da lei de meios de comunicação não vai subsistir na nova gestão. Os meios de comunicação vão competir livremente no mercado e trataremos de ajudar os menores, com menos possibilidades", disse o ministro.
O novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, colocou a Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (Afsca) e a Autoridade Federal de Tecnologias de Informação e Comunicações (Aftic) sob o comando do ministério. O empecilho, no entanto, se dá pelo fato de os gestores das organizações – nomeados por Cristina – não terem mostrado interesse em renunciar aos cargos.
Crédito:Reprodução Ministro quer reverter lei de meios aprovada por Cristina Kirchner
De acordo com a Folha de S.Paulo , o ministro afirmou considerar a lei "intimidadora" para veículos independentes e ressaltou que modificá-la seria como "promover a liberdade de expressão no país".
"A norma foi criada para aniquilar meios de comunicação, como o Grupo Clarín e também outros com os que o governo não estava de acordo. A regulação da lei de meios de comunicação não vai subsistir na nova gestão. Os meios de comunicação vão competir livremente no mercado e trataremos de ajudar os menores, com menos possibilidades", disse o ministro.
O novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, colocou a Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (Afsca) e a Autoridade Federal de Tecnologias de Informação e Comunicações (Aftic) sob o comando do ministério. O empecilho, no entanto, se dá pelo fato de os gestores das organizações – nomeados por Cristina – não terem mostrado interesse em renunciar aos cargos.
"Tenho dois problemas, tenho dois presidentes que não querem renunciar. Não posso trabalhar com dois presidentes de duas empresas ou de diretórios que vêm da loucura da controvérsia. Uma lei não pode limitar o presidente em nomear ou remover funcionários públicos. Estamos vendo se na semana que vem solucionamos este problema", comentou Aguad.





