Nova lei para empresas de telecomunicações amplia competição no mercado
Empresas de telecomunicações declararam na última segunda-feira (12), durante a abertura do Congresso Futurecom, que irão disponibilizar nov
Atualizado em 13/09/2011 às 09:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Empresas de telecomunicações declararam, na última segunda-feira (12), durante a abertura do Congresso Futurecom, que disponibilizarão novos serviços para aumentar a competitividade no mercado.
A operadora GVT anunciou que pretende levar TV por assinatura via satélite para as 16 principais cidades do País ainda este mês. Dentre os serviços oferecidos estão vídeos sob demanda e pacotes com internet banda larga. A partir de outubro, a GVT expandirá para outras cidades, porém, o plano pode ser atrasado devido a intervenção de prefeituras. No Rio, licenças de obras da GVT foram suspensas após problemas em obras.
Outra empresa que anunciou novas estratégias de mercado é a America Movil, proprietária da Claro, Embratel e Net, no Brasil. Segundo Carlos Zenteno, presidente da Claro, a tendência das empresas é integrar serviços. "Já faz três anos que começamos a unificar as nossas atividades de engenharia, para gerar sinergia e aproveitar melhor os recursos".
A Telefônica, que apresentou o novo diretor-geral, Paulo Cesar Teixeira, afirma que irá lançar serviço de telefonia fixa sem fio na área da Oi. Ele diz que "será ainda melhor que os serviços oferecidos pela TIM".
Como incentivo, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou a isenção de taxa PIS/Confins para equipamentos, fibras óticas e obras de construção civil, o que implica na não-arrecadação de R$ 4 bilhões em impostos. Em contrapartida, com a medida, é previsto o investimento de R$ 70 bilhões pelas empresas em infraestrutura de telecomunicações - R$ 20 bilhões a mais do que o previsto com os impostos.
Nova Lei
A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que permite a entrada definitiva de teles estrangeiras no mercado, a fim de aumentar a oferta de serviços, a competitividade das empresas, que, segundo a presidente, melhorará o custo e a qualidade dos serviços. A nova lei também define cotas nacionais de programação e passa a valer para todos os tipos de transmissão televisiva - a cabo, via satélite ou por microondas.
"Acreditamos que, pelo menos, um terço dos assinantes de TV paga no país contrate também internet rápida por banda larga com a nova lei", afirmou o ministro. O governo prevê que, com a nova lei, o número de assinantes de TV paga dobrará, de 11 para 22 milhões.
Dilma vetou dois pontos do texto da nova lei. Um deles previa que as próprias empresas estabelecessem a classificação indicativa dos programas - função atual do Ministério da Justiça. Outro, previa a cobrança por Serviços de Atendimento ao Consumidor.
Com informações da Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo
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A operadora GVT anunciou que pretende levar TV por assinatura via satélite para as 16 principais cidades do País ainda este mês. Dentre os serviços oferecidos estão vídeos sob demanda e pacotes com internet banda larga. A partir de outubro, a GVT expandirá para outras cidades, porém, o plano pode ser atrasado devido a intervenção de prefeituras. No Rio, licenças de obras da GVT foram suspensas após problemas em obras.
Outra empresa que anunciou novas estratégias de mercado é a America Movil, proprietária da Claro, Embratel e Net, no Brasil. Segundo Carlos Zenteno, presidente da Claro, a tendência das empresas é integrar serviços. "Já faz três anos que começamos a unificar as nossas atividades de engenharia, para gerar sinergia e aproveitar melhor os recursos".
A Telefônica, que apresentou o novo diretor-geral, Paulo Cesar Teixeira, afirma que irá lançar serviço de telefonia fixa sem fio na área da Oi. Ele diz que "será ainda melhor que os serviços oferecidos pela TIM".
Como incentivo, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou a isenção de taxa PIS/Confins para equipamentos, fibras óticas e obras de construção civil, o que implica na não-arrecadação de R$ 4 bilhões em impostos. Em contrapartida, com a medida, é previsto o investimento de R$ 70 bilhões pelas empresas em infraestrutura de telecomunicações - R$ 20 bilhões a mais do que o previsto com os impostos.
Nova Lei
A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que permite a entrada definitiva de teles estrangeiras no mercado, a fim de aumentar a oferta de serviços, a competitividade das empresas, que, segundo a presidente, melhorará o custo e a qualidade dos serviços. A nova lei também define cotas nacionais de programação e passa a valer para todos os tipos de transmissão televisiva - a cabo, via satélite ou por microondas.
"Acreditamos que, pelo menos, um terço dos assinantes de TV paga no país contrate também internet rápida por banda larga com a nova lei", afirmou o ministro. O governo prevê que, com a nova lei, o número de assinantes de TV paga dobrará, de 11 para 22 milhões.
Dilma vetou dois pontos do texto da nova lei. Um deles previa que as próprias empresas estabelecessem a classificação indicativa dos programas - função atual do Ministério da Justiça. Outro, previa a cobrança por Serviços de Atendimento ao Consumidor.
Com informações da Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo
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