Norte-americano afirma ser dono de 84% do Facebook; teria comprado o site em 2003
Norte-americano afirma ser dono de 84% do Facebook; teria comprado o site em 2003
Um norte-americano move ação em que afirma ter comprado o site de relacionamentos Facebook - com mais de meio bilhão de pessoas cadastradas - por US$ 1 mil, em 2003, e que, por isso, teria direito a 84% da empresa, bem como percentual equivalente ao lucro da marca desde aquela data.
De acordo com reportagem publicada nesta terça-feira (13), pelo diário The Wall Street Journal , o processo foi iniciado em 30 de junho deste ano e conseguiu congelar a transferência de ativos do Facebook a terceiros até o esclarecimento da questão.
Paul D. Ceglia, autor da ação, alega ter assinado um acordo com Mark Zuckerberg, dono do Facebook, em 28 de abril de 2003, pagando US$ 1 mil para adquirir 50% de uma empresa que seria chamada de The Face Book. Segundo ele, o contrato garantiria, ainda, que o comprador ganharia uma fatia de 1% da empresa por dia a partir de 1º de janeiro de 2004, até que o site fosse concluído. Daí a referência para seu cálculo de 84% na participação da marca.
Em comunicado ao Wall Street , o Facebook demonstrou descrença aos argumentos de Ceglia. "Acreditamos que essa ação seja completamente leviana e vamos lutar contra ela vigorosamente".
A reportagem do diário afirmou ter acesso ao contrato, que prevê um acordo "para a compra e desenho de um website", já "iniciado" pelo "vendedor" (Mark Zuckerberg). De acordo com o documento, o site "é desenhado para oferecer aos estudantes da universidade de Harvard acesso a um website similar a um anuário em tempo real intitulado 'The Face Book'".
Entre outubro e novembro de 2003, Zuckerberg criou um antecessor do Facebook, mas só registrou o domínio "thefacebook.com" em janeiro de 2004.
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