No Twitter, presidente Dilma Rousseff defende jornalista ameaçada de estupro
Na tarde desta segunda-feira (31/3), a presidente da República Dilma Rousseff usou seu perfil no Twitter para prestar solidariedade à jornalista Nana Queiroz.
Atualizado em 31/03/2014 às 18:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
a presidente da República Dilma Rousseff usou seu perfil no para prestar solidariedade à jornalista Nana Queiroz. A editora de cultura do jornal Metro, de Brasília (DF), foi vítima de diversas ameaças por ser a criadora do movimento " " nas redes sociais.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista agradeceu apoio da presidente Dilma
Usando a hashtag #respeiteasmulheres, Dilma disse que a jornalista merece toda sua solidariedade e respeito. "Nenhuma mulher merece ser vítima de violência, seja física ou sob forma de ameaça. O governo e a lei estão do lado de e das mulheres ameaçadas ou vítimas de violência", postou.
Crédito:Reprodução Para presidente, mulheres não merecem ser vítimas de violência
Nana agradeceu pelo microblog e disse contar com o apoio de Dilma na aprovação de leis que protejam mulheres de crimes virtuais. O movimento "Eu não mereço ser estuprada" surgiu após a divulgação de um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em que mais de 65% dos entrevistados concordaram com a ideia de que "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas".
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista agradeceu apoio da presidente Dilma
Usando a hashtag #respeiteasmulheres, Dilma disse que a jornalista merece toda sua solidariedade e respeito. "Nenhuma mulher merece ser vítima de violência, seja física ou sob forma de ameaça. O governo e a lei estão do lado de e das mulheres ameaçadas ou vítimas de violência", postou.
Crédito:Reprodução Para presidente, mulheres não merecem ser vítimas de violência
Nana agradeceu pelo microblog e disse contar com o apoio de Dilma na aprovação de leis que protejam mulheres de crimes virtuais. O movimento "Eu não mereço ser estuprada" surgiu após a divulgação de um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em que mais de 65% dos entrevistados concordaram com a ideia de que "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas".





