No Rio, jornalistas realizam manifestação em apoio a fundador do WikiLeaks
No Rio, jornalistas realizam manifestação em apoio a fundador do WikiLeaks
Atualizado em 20/12/2010 às 08:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
No último domingo (19), jornalistas do Rio de Janeiro realizaram uma manifestação de apoio ao fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange. Os participantes distribuíram cem máscaras com o rosto de Assange aos banhistas das praias de Ipanema e Leblon, na zona sul, segundo informou a Agência Estado.
O jornalista Marcos Almeida declarou que o australiano se tornou uma espécie de ídolo, por conseguir "tornar públicas informações que eram cifradas e escondidas". Neste ano, o WikiLeaks divulgou documentos secretos sobre a Guerra do Afeganistão, do Iraque e sobre os bastidores da diplomacia dos EUA, que fizeram com que sofresse represálias da Casa Branca e aliados e colocasse Assange no foco da mídia.
No início de dezembro, o ciberativista foi preso em Londres, Inglaterra, após se entregar às autoridades locais por conta de um mandado de prisão emitido pela Justiça da Suécia. Assange é acusado de cometer crimes sexuais no país europeu contra duas mulheres, mas afirma ser inocente.
Na última quinta (16), a Alta Corte do Reino Unido concedeu a Assange o direito à liberdade condicional. O australiano conseguiu pagar a fiança de 240 mil libras e sair da prisão. Porém, terá que se apresentar a uma delegacia britânica todos os dias, para garantir que não sairá do país até o final do processo de extradição.
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O jornalista Marcos Almeida declarou que o australiano se tornou uma espécie de ídolo, por conseguir "tornar públicas informações que eram cifradas e escondidas". Neste ano, o WikiLeaks divulgou documentos secretos sobre a Guerra do Afeganistão, do Iraque e sobre os bastidores da diplomacia dos EUA, que fizeram com que sofresse represálias da Casa Branca e aliados e colocasse Assange no foco da mídia.
No início de dezembro, o ciberativista foi preso em Londres, Inglaterra, após se entregar às autoridades locais por conta de um mandado de prisão emitido pela Justiça da Suécia. Assange é acusado de cometer crimes sexuais no país europeu contra duas mulheres, mas afirma ser inocente.
Na última quinta (16), a Alta Corte do Reino Unido concedeu a Assange o direito à liberdade condicional. O australiano conseguiu pagar a fiança de 240 mil libras e sair da prisão. Porém, terá que se apresentar a uma delegacia britânica todos os dias, para garantir que não sairá do país até o final do processo de extradição.
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