No pique da informação
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Atualizado em 12/01/2009 às 15:01, por
Fabrício Teixeira.
Por Repaginado, "Jornal da Cultura" inaugura modelo mais ágil, com três apresentadores, e comemora os resultados
O "Jornal da Cultura" foi remodelado e, desde setembro de 2008, vai ao ar às 21h com um novo cenário, em tons verdes, e com uma apresentadora a mais. A jornalista Adriana Couto veio da produção de outro programa da casa e agora soma forças com Heródoto Barbeiro e Michelle Dufor, tradicionais apresentadores do telejornal. Junto às mudanças, criou-se uma linha editorial mais ágil, com matérias menores, mais informativas e menos analíticas.
Desde sua estreia, mantém de um a dois pontos de audiência diária, média de 82 mil domicílios por dia, soma considerada satisfatória para os padrões da emissora. Um dado chama atenção: segundo estudos qualitativos, o jornal passou a ser visto também pelas classes C e D, que antes não chegavam a marcar nem traço no programa. "Não é preciso ser estudioso do assunto para entender o porquê: quando fazemos um jornal menos analítico, conseguimos a atenção dessa faixa da população", explica Toninho Neves, supervisor editorial de jornalismo da emissora, que chegou pouco antes da estreia, contratado da Rede TV! justamente para repaginar o modelo do telejornal.
Leia matéria completa na edição 242 de IMPRENSA

O "Jornal da Cultura" foi remodelado e, desde setembro de 2008, vai ao ar às 21h com um novo cenário, em tons verdes, e com uma apresentadora a mais. A jornalista Adriana Couto veio da produção de outro programa da casa e agora soma forças com Heródoto Barbeiro e Michelle Dufor, tradicionais apresentadores do telejornal. Junto às mudanças, criou-se uma linha editorial mais ágil, com matérias menores, mais informativas e menos analíticas.
Desde sua estreia, mantém de um a dois pontos de audiência diária, média de 82 mil domicílios por dia, soma considerada satisfatória para os padrões da emissora. Um dado chama atenção: segundo estudos qualitativos, o jornal passou a ser visto também pelas classes C e D, que antes não chegavam a marcar nem traço no programa. "Não é preciso ser estudioso do assunto para entender o porquê: quando fazemos um jornal menos analítico, conseguimos a atenção dessa faixa da população", explica Toninho Neves, supervisor editorial de jornalismo da emissora, que chegou pouco antes da estreia, contratado da Rede TV! justamente para repaginar o modelo do telejornal.
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