No mês das crianças, filhos de jornalistas falam sobre a profissão dos pais
No aprendizado das primeiras palavras, eles já estavam se familiarizando com termos bastante profissionais – e até em outras línguas –, como
Atualizado em 03/10/2013 às 13:10, por
Thaís Naldoni e Camilla Demario.
Crédito:Alf Ribeiro Laura Kotscho (à esq.) e Ana Maria Bergamo (à dir.) freela, deadline e decupagem. Em outubro, mês das crianças, serão os filhos de famílias de jornalistas que darão suas opiniões sobre o principal tema da IMPRENSA: o jornalismo. Eles juram não seguir a profissão dos pais, que pensam em qualquer coisa menos nisso. Próprio da idade, claro. A crítica, o espírito antenado, o humor ácido, a falta de freios para falar mostram que, quer queiram, quer não, o gene do jornalismo está presente no DNA de cada um.
Com a sinceridade própria da infância e da adolescência e com a recusa frequente por mostrar identificação com aqueles que os trouxeram ao mundo, expuseram sem medo suas impressões sobre a mídia, os veículos nacionais e, claro, a atuação de seus pais neste mercado. Os donos das “ácidas” e bem-humoradas análises foram Ana Maria Bergamo, 12 anos, filha de Mônica Bergamo, colunista da Folha de S.Paulo e da Bandnews FM; Bárbara Gregnanin Itacarambi, 13 anos, filha de Carol Gregnanin, editora de homepage do IG, e Francisco Itacarambi, diretor de Atendimento da Giusti Comunicação – e neta de Sinval de Itacarambi Leão, diretor e fundador de IMPRENSA; Laura Kotscho, 10 anos, filha de Mariana Kotscho, apresentadora da TV Brasil, e neta de Ricardo Kotscho, atualmente blogueiro do R7 e fundador da revista Brasileiros; e Luca Beting, 15 anos, filho de Helen Martins, apresentadora do “Globo Rural”, e Mauro Beting, jornalista esportivo do Grupo Bandeirantes, e neto de Joelmir Beting.
Crédito:Alf Ribeiro Luca Beting e Bárbara Gregnanin Itacarambi E como jornalista que é jornalista não ouve nada calado, nesta Reunião de Pauta, realizada na unidade da Henrique Schaumann do Mc Donald’s, não foi diferente. Os famosos pais, algumas vezes, quebraram o protocolo para interferir na conversa e até fazer uma autodefesa. Nas páginas a seguir, veja um pouco do que pensa uma nova geração, dentro de famílias tradicionais de jornalistas, que, ao invés de defender o contexto em que convivem naturalmente desde pequenos, apontam novos comportamentos, caminhos e mostram que, mesmo sem querer, jornalismo também se aprende em casa.
Leia a entrevista completa na edição 294 de outubro da IMPRENSA.
Acompanhe a seguir uma galeria de imagens com os bastidores da seção.

Com a sinceridade própria da infância e da adolescência e com a recusa frequente por mostrar identificação com aqueles que os trouxeram ao mundo, expuseram sem medo suas impressões sobre a mídia, os veículos nacionais e, claro, a atuação de seus pais neste mercado. Os donos das “ácidas” e bem-humoradas análises foram Ana Maria Bergamo, 12 anos, filha de Mônica Bergamo, colunista da Folha de S.Paulo e da Bandnews FM; Bárbara Gregnanin Itacarambi, 13 anos, filha de Carol Gregnanin, editora de homepage do IG, e Francisco Itacarambi, diretor de Atendimento da Giusti Comunicação – e neta de Sinval de Itacarambi Leão, diretor e fundador de IMPRENSA; Laura Kotscho, 10 anos, filha de Mariana Kotscho, apresentadora da TV Brasil, e neta de Ricardo Kotscho, atualmente blogueiro do R7 e fundador da revista Brasileiros; e Luca Beting, 15 anos, filho de Helen Martins, apresentadora do “Globo Rural”, e Mauro Beting, jornalista esportivo do Grupo Bandeirantes, e neto de Joelmir Beting.
Crédito:Alf Ribeiro Luca Beting e Bárbara Gregnanin Itacarambi E como jornalista que é jornalista não ouve nada calado, nesta Reunião de Pauta, realizada na unidade da Henrique Schaumann do Mc Donald’s, não foi diferente. Os famosos pais, algumas vezes, quebraram o protocolo para interferir na conversa e até fazer uma autodefesa. Nas páginas a seguir, veja um pouco do que pensa uma nova geração, dentro de famílias tradicionais de jornalistas, que, ao invés de defender o contexto em que convivem naturalmente desde pequenos, apontam novos comportamentos, caminhos e mostram que, mesmo sem querer, jornalismo também se aprende em casa.
Leia a entrevista completa na edição 294 de outubro da IMPRENSA.
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