No Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, SIP condena impunidade na América
No Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, SIP condena impunidade na América
Na última segunda-feira (3), a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) divulgou um comunicado condenando a "violência e impunidade" contra a imprensa na América. No documento, a entidade expressa pesar pelos 26 jornalistas mortos nos últimos dez meses na América.
"A violência contra os jornalistas e a impunidade na maioria dos casos é a preocupação máxima da SIP nestes momentos", afirmou Ricardo Trotti, diretor do Instituto de Liberdade de Imprensa da SIP.
Na data em que se celebrou o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, Alejandro Aguirre, presidente da SIP, prestou solidariedade aos "jornalistas caídos no exercício de seu dever", aos familiares e amigos. "Seguiremos nos esforço na luta contra a violência e a impunidade e na defesa do direito de todo cidadão de estar informado", declarou.
A SIP iniciou, na última segunda-feira, curso de três meses de duração, organizado em parceria com a Universidade Autônoma do México, no intuito de munir os jornalistas de "novas ferramentas que os ajude a serem profissionais melhores".
Considerado "um dos países em que a imprensa é mais afetada pelo crime organizado", o México terá atenção da SIP, por meio de contatos entre editores e representantes da entidade. A intenção é fazer com que o governo "gere mudanças legais e jurídicos necessários para blindar a liberdade de imprensa e expressão".
A SIP publicou ainda todos os nomes dos jornalistas assassinados nos últimos 12 meses na América. Ao todo, são 14 profissionais de imprensa assassinados no México e sete desaparecidos. Outros sete jornalistas foram mortos em Honduras, três na Colômbia, um em El Salvador e outro na Guatemala. A informação é da agência Efe.
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