No Dia do Repórter, veículos produzem conteúdos sobre importância da profissão
Comemorado em 16 de fevereiro, o Dia do Repórter inspirou veículos de imprensa de diferentes partes do país a produzir conteúdos especiais sobre o dia a dia do profissional que tem por ofício divulgar informações de interesse público, realizar a cobertura de pautas e investigar histórias de crimes e corrupção.
Atualizado em 16/02/2022 às 17:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
O G1 Caruaru e Região, por exemplo, ouviu Magno Wendel, repórter da TV Asa Branca. Ele ressaltou a importância da profissão. "Acho muito bonita e digna. Temos que apurar informações verdadeiras, que são importantes para a sociedade. Me sinto orgulhoso de ser repórter, de ter escolhido essa profissão para minha vida e tento fazer ela da forma mais digna possível." Crédito:Reprodução
Colega de Wendel na Asa Brasnca, a jornalista Priscila Martins definiu o que, para ela, é ser repórter. "É ter sensibilidade para ouvir os dois lados da história, sendo o mais imparcial possível, e tentar colocar em prática a empatia, se colocar no lugar do outro e perceber que a informação pode salvar vidas".
No programa Ver Mais Criciúma, do grupo de mídia catarinense ND+, a jornalista Lize Búrigo falou sobre o trabalho de apuração das informações que precisa ser realizado pelos repórteres e sobre a responsabilidade ética que esses profissionais precisam ter.
Desinformação
Por sua vez, a TV Liberal, afiliada à Rede Globo, lembrou que nos dias de hoje, outra função imprescindível do repórter é combater a desinformação com "um trabalho diário e árduo".
"Com as extraordinárias e inevitáveis evoluções tecnológicas, a notícia chega de diversas formas às mãos das pessoas e muitas não são autênticas, colocando os repórteres ainda mais no posto de voz da comunidade, na voz da honestidade com a verdadeira notícia. A constante preocupação com os fatos torna essa profissão tão grande e honrosa."
Já o Portal Metrópoles selecionou sete livros-reportagens de autoras mulheres para marcar as comemorações do Dia do Repórter.
A lista é composta por Holocausto Brasileiro, de Daniela Arbex, sobre o morticínio perpetrado em um hospital psiquiátrico em Barbacena (MG); A Vida que Ninguém Vê, de Eliane Brum, sobre histórias de pessoas anônimas; Presos que Menstruam, de Nana Queiroz, sobre o cotidiano das prisões femininas no Brasil; Indefensável, de Paula Sarapu, sobre o caso do goleiro Bruno; Cadeia, de Debora Diniz, sobre o Presídio Feminino do Distrito Federal; Moçambique, o Brasil é Aqui, de Amanda Rossi, sobre as relações entre Brasil e Moçambique; e Lua de Mel em Kobane, de Patrícia Campos Mello, sobre a primavera árabe e a eclosão do Estado Islâmico.





