“New York Times” diz que favelas do RJ são opção à falta de hotéis na cidade
No último sábado (21/12), uma reportagem publicada pelo The New York Times noticiou que moradores da Rocinha e de outras favelas estariam pedindo US$ 50 pela diária durante a Copa do Mundo em 2014.
Atualizado em 23/12/2013 às 10:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
reportagem publicada pelo The New York Times que moradores da Rocinha e de outras favelas estariam pedindo US$ 50 pela diária durante a Copa do Mundo em 2014. Além de tratamento menos formal, eles oferecem aos visitantes, muitas vezes, “vistas de tirar o fôlego”.
Crédito:Reprodução Jornal diz que turistas podem se hospedar em favelas no RJ
De acordo com O Globo , a matéria diz que Maria Clara dos Santos está se preparando para receber mais de 10 pessoas em sua casa de três quartos na Rocinha. Ela afirma cobrar US$ 50 por noite devido ao cheiro de esgoto na sua rua e às barras de aço na janela. “Podemos oferecer humanidade e autenticidade que outros locais não podem.”
A expectativa das autoridades brasileiras é de que o Rio de Janeiro receba 300 mil turistas para o evento e que os altos preços dos hotéis são um reflexo do baixo número de quartos de hotéis na cidade. “É a lei da oferta e da procura”, explica Alfredo Lopes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ).
A estadia em favelas, segundo o NYT , surge como uma opção fomentada pela política de pacificação. Vinicius Lummertz, funcionário do Ministério do Turismo, afirmou que alojamentos em favelas do Rio são bem-vindos. “Os preços podem cair quando as pessoas considerarem todas as opções”, avalia.
Crédito:Reprodução Jornal diz que turistas podem se hospedar em favelas no RJ
De acordo com O Globo , a matéria diz que Maria Clara dos Santos está se preparando para receber mais de 10 pessoas em sua casa de três quartos na Rocinha. Ela afirma cobrar US$ 50 por noite devido ao cheiro de esgoto na sua rua e às barras de aço na janela. “Podemos oferecer humanidade e autenticidade que outros locais não podem.”
A expectativa das autoridades brasileiras é de que o Rio de Janeiro receba 300 mil turistas para o evento e que os altos preços dos hotéis são um reflexo do baixo número de quartos de hotéis na cidade. “É a lei da oferta e da procura”, explica Alfredo Lopes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-RJ).
A estadia em favelas, segundo o NYT , surge como uma opção fomentada pela política de pacificação. Vinicius Lummertz, funcionário do Ministério do Turismo, afirmou que alojamentos em favelas do Rio são bem-vindos. “Os preços podem cair quando as pessoas considerarem todas as opções”, avalia.





