New York Times critica manutenção da prisão de Guantánamo por Obama em editorial
“Guantánamo é uma lembrança odiosa de um imperialismo unilateral e de nossa hipocrisia", ressalta trecho do texto.
Atualizado em 12/01/2012 às 14:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornal norte-americano The New York Times criticou, em editorial, a manutenção da prisão de Guantánamo, em Cuba, pelo presidente do país Barack Obama.
Sob poder dos EUA desde 1901, a base em Cuba começou a ser utilizada como presídio em 2001, após os atentados terroristas de 11 de setembro, passando a abrigar suspeitos de envolvimento no ocorrido ou de ameaçar a segurança do país. Entretanto, o local é suspeito de ferir os direitos humanos, utilizando práticas de tortura em seus presos.
“Um bom modo de celebrar o aniversário do presídio seria atender a princípios morais que são negados há mais de cem anos, de uma maneira ou de outra, em Guantánamo”, ressalta o jornal. "A história [de Guantánamo] é bem conhecida na América Latina, especialmente em Cuba, mais jamais citada com alguma profundidade em nenhum livro norte-americano de história, nenhum debate sobre a constitucionalidade do centro de detenção e em nenhum discurso presidencial”, diz, ainda, o editorial.
Com informações da .
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Sob poder dos EUA desde 1901, a base em Cuba começou a ser utilizada como presídio em 2001, após os atentados terroristas de 11 de setembro, passando a abrigar suspeitos de envolvimento no ocorrido ou de ameaçar a segurança do país. Entretanto, o local é suspeito de ferir os direitos humanos, utilizando práticas de tortura em seus presos.
“Um bom modo de celebrar o aniversário do presídio seria atender a princípios morais que são negados há mais de cem anos, de uma maneira ou de outra, em Guantánamo”, ressalta o jornal. "A história [de Guantánamo] é bem conhecida na América Latina, especialmente em Cuba, mais jamais citada com alguma profundidade em nenhum livro norte-americano de história, nenhum debate sobre a constitucionalidade do centro de detenção e em nenhum discurso presidencial”, diz, ainda, o editorial.
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