Nem míopes, nem apaixonados

Nem míopes, nem apaixonados

Atualizado em 05/04/2010 às 17:04, por por Guilherme Borges e  colaboração de São Paulo.

"Senhores estrategistas, à mesa, por favor!". Caso fosse assim - à antiga - que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolvesse planejar o desenvolvimento do país, não poderia deixar de oferecer assento tanto aos especialistas em energia quanto em sustentabilidade. Os dois temas, em parte por modismo, mas prioritariamente por urgência, estão na ordem do dia da sociedade brasileira.

O país vem sendo alçado à posição de nação-chave nas discussões econômico-ecológicas internacionais. As dimensões continentais e a riqueza de biodiversidade, somadas à capacidade de geração de energia, justificam o lugar que o Brasil tem assumido. Internamente, as discussões públicas sobre o desenvolvimento energético brasileiro ainda engatinham. Questiona-se amiúde se a imprensa nacional tem dado conta de auxiliar na construção do debate sobre os rumos do país neste estratégico e delicado setor. Especialistas e jornalistas divergem a respeito e revelam a urgência em discutir propostas para a sociedade.

Leia matéria completa na edição 255 de IMPRENSA