Nas manifestações do Equador, jornalistas são atacados por manifestantes e policiais
Até 13 de outubro, 127 jornalistas que cobriam os fortes protestos contra o governo do Equador (iniciados dez dias antes, após aumento de 12
Atualizado em 15/10/2019 às 12:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
0% no preço da gasolina) sofreram algum tipo de violência, incluindo agressão, sequestro, detenção e ataques. Crédito:La Prensa Bombeiros trabalham para extinguir o fogo da TV Teleamazonas, em Quito
A informação é da ONG equatoriana Fundamedios e da IFEX -ALC, aliança que promove o direito à liberdade de expressão na América Latina e Caribe.
Ao longo dos protestos, ataques físicos e verbais à imprensa teriam partido das forças de segurança e de manifestantes do movimento indígena.
No dia 10 de outubro, por exemplo, um grupo de 32 jornalistas foi retido na Casa de Cultura em Quito, por membros do movimento indígena, ao cobrir as manifestações. Freddy Paredes, jornalista do canal Teleamazonas, foi gravemente ferido com um golpe na cabeça ao abandonar o local.
Num verdadeiro fogo cruzado, a imprensa que cobre as manifestações no Equador também sofre agressões da polícia.
Até 14 de outubro, 36 jornalistas haviam sido agredidos pelas forças de segurança do Equador enquanto cobriam as manifestações. Segundo a ONG Fundamedios, os jornalistas estavam devidamente identificados e em pleno exercício de sua profissão quando sofreram ataques da polícia.
No lado dos manifestantes, os ataques à imprensa se estenderam a um ônibus do canal Teleamazonas que foi incendiado, além do ataque a instalações do jornal El Comercio. Por sua vez, a Telesur foi forçada a suspender sua programação por alguns períodos.
A IFEX-ALC atribui os ataques a jornalistas e veículos de imprensa por parte de manifestantes e movimentos indígenas ao discurso do governo do ex-presidente Rafael Correa, que teria estigmatizado o trabalho da mídia e questionado a liberdade de imprensa no país.
A informação é da ONG equatoriana Fundamedios e da IFEX -ALC, aliança que promove o direito à liberdade de expressão na América Latina e Caribe.
Ao longo dos protestos, ataques físicos e verbais à imprensa teriam partido das forças de segurança e de manifestantes do movimento indígena.
No dia 10 de outubro, por exemplo, um grupo de 32 jornalistas foi retido na Casa de Cultura em Quito, por membros do movimento indígena, ao cobrir as manifestações. Freddy Paredes, jornalista do canal Teleamazonas, foi gravemente ferido com um golpe na cabeça ao abandonar o local.
Num verdadeiro fogo cruzado, a imprensa que cobre as manifestações no Equador também sofre agressões da polícia.
Até 14 de outubro, 36 jornalistas haviam sido agredidos pelas forças de segurança do Equador enquanto cobriam as manifestações. Segundo a ONG Fundamedios, os jornalistas estavam devidamente identificados e em pleno exercício de sua profissão quando sofreram ataques da polícia.
No lado dos manifestantes, os ataques à imprensa se estenderam a um ônibus do canal Teleamazonas que foi incendiado, além do ataque a instalações do jornal El Comercio. Por sua vez, a Telesur foi forçada a suspender sua programação por alguns períodos.
A IFEX-ALC atribui os ataques a jornalistas e veículos de imprensa por parte de manifestantes e movimentos indígenas ao discurso do governo do ex-presidente Rafael Correa, que teria estigmatizado o trabalho da mídia e questionado a liberdade de imprensa no país.





