"Não vou ser comentarista de delação", diz Cunha em entrevista sobre Lava Jato
Para presidente da Câmara, não é interessante ficar comentando tudo que falam dele em delações
Atualizado em 25/09/2015 às 09:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ex-gerente da área Internacional da Petrobras e delator da Operação Lava Jato, Eduardo Vaz Costa Musa, afirmou que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo (PMDB-RJ), dava a palavra final sobre as indicações para a diretoria da estatal. Questionado em entrevista sobre o assunto, o peemedebista não quis comentar sobre esse assunto.
Crédito:Agência Brasil Presidente da Câmara não quer ser "comentarista" de delação
Segundo a Exame , além de preferir não responder sobre sua suposta influência na diretoria da Petrobras, Cunha também afirmou que não conhecia o autor da denúncia e que não será comentarista de delações da Operação Lava Jato. “Não sei quem é (Musa), e sobre esse assunto fala o meu advogado. (...) “Não vou ser comentarista de delação”, disse.
O presidente da Câmara dos Deputados já havia sido denunciado em agosto pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por ter recebido cerca de cinco milhões de dólares em propina.
Segundo a denúncia, a propina teria viabilizado a contratação do estaleiro Samsung Heavy Industries, responsável pela construção de navios-sonda da Petrobras. Cunha nega as acusações e se diz perseguido por Janot.
Crédito:Agência Brasil Presidente da Câmara não quer ser "comentarista" de delação
Segundo a Exame , além de preferir não responder sobre sua suposta influência na diretoria da Petrobras, Cunha também afirmou que não conhecia o autor da denúncia e que não será comentarista de delações da Operação Lava Jato. “Não sei quem é (Musa), e sobre esse assunto fala o meu advogado. (...) “Não vou ser comentarista de delação”, disse.
O presidente da Câmara dos Deputados já havia sido denunciado em agosto pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por ter recebido cerca de cinco milhões de dólares em propina.
Segundo a denúncia, a propina teria viabilizado a contratação do estaleiro Samsung Heavy Industries, responsável pela construção de navios-sonda da Petrobras. Cunha nega as acusações e se diz perseguido por Janot.





