Não vá para terra sem ele / Por Patrícia de Carvalho - UFRN(RN)
Não vá para terra sem ele / Por Patrícia de Carvalho - UFRN(RN)
Atualizado em 20/06/2005 às 14:06, por
Patrícia de Carvalho e estudante de jornalismo da UFRN.
Por O filme, por meio de depoimentos subjetivos, engraçados e que prendem a atenção do espectador, mostra o dia-a-dia de deficientes visuais, suas dificuldades, seus amores, felicidades, trazendo um pouco da narrativa cronológica dessas pessoas, a qual é entrecortada com a opinião de uma pessoa pública, como José Saramago (esse, em certo momento do filme utiliza-se até de um clássico de Shakespeare, como argumento de autoridade, numa perspectiva de inclusão, para mostrar o seu ponto de vista) e também por sua experiência de vida.
Observei, sob uma perspectiva psicológica que a maioria dos cineastas depoentes, usaram a sua deficiência para "o diferente", na medida em que também superavam traumas infantis, reconheciam a beleza de sua arte e a somavam ao pensamento de que porque eles eram cegos, poderiam produzir filmes com tamanha qualidade. Dessa forma, o documentário vai além do conceito puramente físico do sentido visão, tentando derrubar barreiras e preconceitos, mostrando que o deficiente visual, tal como nós, seres dotados dos cinco sentidos, é capaz de amar, sorrir, brincar e até mesmo de aceitar a sua condição, de uma maneira a não se colocar como vítima. Muitos até preferem ser cegos.
Por fim passa a idéia de perseverança, da busca realização do sonho e da possibilidade da transgressão das nossas limitações, tenhamos cinco ou quatro sentidos. Falo do filme "Janelas da alma".
Observei, sob uma perspectiva psicológica que a maioria dos cineastas depoentes, usaram a sua deficiência para "o diferente", na medida em que também superavam traumas infantis, reconheciam a beleza de sua arte e a somavam ao pensamento de que porque eles eram cegos, poderiam produzir filmes com tamanha qualidade. Dessa forma, o documentário vai além do conceito puramente físico do sentido visão, tentando derrubar barreiras e preconceitos, mostrando que o deficiente visual, tal como nós, seres dotados dos cinco sentidos, é capaz de amar, sorrir, brincar e até mesmo de aceitar a sua condição, de uma maneira a não se colocar como vítima. Muitos até preferem ser cegos.
Por fim passa a idéia de perseverança, da busca realização do sonho e da possibilidade da transgressão das nossas limitações, tenhamos cinco ou quatro sentidos. Falo do filme "Janelas da alma".






