“Não somos concorrentes da imprensa brasileira”, diz fundador do "El País"
Dando continuidade ao seu processo de internacionalização, o jornal espanhol El País acaba de chegar ao Brasil com uma versão online. Com a
Atualizado em 26/11/2013 às 15:11, por
Danubia Guimarães e Gabriela Ferigato.
Dando continuidade ao seu processo de internacionalização, o jornal espanhol El País acaba de chegar ao Brasil com uma . Com a proposta de fazer uma cobertura detalhada e extensiva das notícias dos países ibero-americanos, o veículo trará também análises e reportagens especiais sobre política, esporte, economia e cultura. Juan Luis Cebrián, CEO e fundador da publicação, descarta a possibilidade de concorrência com os tradicionais veículos nacionais.
Crédito:Luiz Murauskas Segundo Juan Luis Cebrián, o objetivo é que o "El País Brasil" se diferencia dos demais portais de notícias brasileiros
Em entrevista à IMPRENSA, o executivo explicou que a proposta do El País Brasil se diferencia dos demais portais de notícias brasileiros. “Não somos concorrentes da imprensa brasileira. O que oferecemos, e que nenhum outro jornal no mundo concede, são informações mais aprofundadas sobre a América Latina. Queremos nos tornar o veículo que melhor consiga cobrir com intensidade, extensão e capacidade os acontecimentos dos países dessa região”.
Outro diferencial apresentado pelo veículo é a possibilidade de fazer um intercâmbio cultural entre Espanha e Brasil, uma vez que a Europa tem dedicado atenção especial à América Latina. “Um dos nossos diferenciais será justamente esse encontro de culturas. Não pretendemos concorrer com Folha de S.Paulo , O Globo , O Estado de S. Paulo ou qualquer outro, porque são veículos gigantescos, tradicionais, e, acima de tudo, com propostas totalmente diferentes”.
O executivo destacou ainda que a decisão de veicular as notícias do El País Brasil totalmente em uma língua que não o espanhol faz parte das estratégias de expansão do grupo Prisa. “Temos no caderno internacional, no El País , um resumo de oito páginas publicado em inglês, que circula em Portugal e Espanha. Também publicamos em catalão um suplemento cultural, mas no Brasil é a primeira vez que publicamos todo o nosso conteúdo em uma língua que não o espanhol”.
Para Cebrián, a ideia é que o periódico perca um pouco seu caráter local. “Já somos reconhecidos como um jornal em espanhol, mas agora queremos nos tornar um veículo global ibero-americano, e como na América Latina temos duas línguas, o espanhol e o português, achamos necessário publicar também nesta língua”.
Acompanhe a entrevista completa com o CEO do jornal na edição de janeiro/fevereiro da revista IMPRENSA, na seção “Entrevista do Mês”.
Crédito:Luiz Murauskas Segundo Juan Luis Cebrián, o objetivo é que o "El País Brasil" se diferencia dos demais portais de notícias brasileiros
Em entrevista à IMPRENSA, o executivo explicou que a proposta do El País Brasil se diferencia dos demais portais de notícias brasileiros. “Não somos concorrentes da imprensa brasileira. O que oferecemos, e que nenhum outro jornal no mundo concede, são informações mais aprofundadas sobre a América Latina. Queremos nos tornar o veículo que melhor consiga cobrir com intensidade, extensão e capacidade os acontecimentos dos países dessa região”.
Outro diferencial apresentado pelo veículo é a possibilidade de fazer um intercâmbio cultural entre Espanha e Brasil, uma vez que a Europa tem dedicado atenção especial à América Latina. “Um dos nossos diferenciais será justamente esse encontro de culturas. Não pretendemos concorrer com Folha de S.Paulo , O Globo , O Estado de S. Paulo ou qualquer outro, porque são veículos gigantescos, tradicionais, e, acima de tudo, com propostas totalmente diferentes”.
O executivo destacou ainda que a decisão de veicular as notícias do El País Brasil totalmente em uma língua que não o espanhol faz parte das estratégias de expansão do grupo Prisa. “Temos no caderno internacional, no El País , um resumo de oito páginas publicado em inglês, que circula em Portugal e Espanha. Também publicamos em catalão um suplemento cultural, mas no Brasil é a primeira vez que publicamos todo o nosso conteúdo em uma língua que não o espanhol”.
Para Cebrián, a ideia é que o periódico perca um pouco seu caráter local. “Já somos reconhecidos como um jornal em espanhol, mas agora queremos nos tornar um veículo global ibero-americano, e como na América Latina temos duas línguas, o espanhol e o português, achamos necessário publicar também nesta língua”.
Acompanhe a entrevista completa com o CEO do jornal na edição de janeiro/fevereiro da revista IMPRENSA, na seção “Entrevista do Mês”.





