Não gorjeiam como lá
Não gorjeiam como lá
Atualizado em 08/06/2010 às 12:06, por
por Pamela Forti e da reportagem.
O tucano José Serra dedica suas madrugadas ao Twitter; a petista Dilma Rousseff contratou um guru digital e tem feito ações dirigidas a blogueiros e internautas; a verde Marina Silva inaugurou o perfil na rede de microposts e conta com a ajuda e militância dos correligionários nos ambientes digitais para alavancar seus índices para além de uma casa percentual. No entanto, apesar dos esforços e dos investimentos em comunicação digital, as eleições deste ano não repetirão os feitos de Barack Obama nos Estados Unidos, que pôde contar com as novas tecnologias para se aproximar massivamente dos eleitores, arrecadar fundos e convencer os estadunidenses a comparecer às urnas e votar nele. À medida que se aproximam as campanhas eleitorais, pipocam cursos e seminários tratando do uso da internet a favor dos candidatos. Após a eleição de Obama em 2008 - quando a internet foi uma das principais ferramentas de campanha - o debate sobre o uso "messiânico" da rede nas campanhas eleitorais brasileiras vem ganhando espaço entre publicitários, políticos e consumidores. Corre-se o risco de, literalmente, perder tempo real em estratégias virtuais.
Leia matéria completa na edição 257 de IMPRENSA
Assinantes da Revista Imprensa podem ler a revista na íntegra na web. para acessar






